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Eles cansaram do Ubuntu e decidiram tomar uma atitude!

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O Ubuntu foi a porta de entrada do Linux para muita gente, mas as decisões recentes da Canonical estão mudando o rumo do ecossistema. No vídeo de hoje, analisamos a decisão da Tuxedo Computers em abandonar completamente a base Ubuntu no Tuxedo OS, migrando para o Debian Testing.
Entenda quais foram os 4 pilares técnicos e filosóficos que motivaram essa ruptura polêmica, desde a imposição dos pacotes Snap até os planos controversos de Inteligência Artificial da Canonical.
Vamos juntos entender se o futuro do Linux desktop vai fazer do Debian o novo porto seguro das distribuições focadas na computação pessoal.
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📎 Fontes e Links referentes ao conteúdo:
‣ Comunicado Oficial da Tuxedo sobre a mudança para o Debian: https://www.tuxedocomputers.com/en/A-new-foundation-for-TUXEDO-OS-Switching-to-Debian.tuxedo
‣ Lista de distros baseadas no Ubuntu no DistroWatch: https://distrowatch.com/search.php?basedon=Ubuntu#simple
‣ Tuxedo OS: https://youtu.be/NRqCSYL7Ln0?si=6UgT10AR4F0yPLGu
‣ Usei o Tuxedo OS e segrego: https://youtu.be/M7PqcLSsRgk?si=f9Fzwf7g0naI9KWS
‣ Entenda os pacotes Snap: https://youtu.be/h8LxU-JZt_s?si=jl8soV3OreMCnyBw
‣ Notícia - O uso de Inteligência Artificial no Ubuntu: https://diolinux.com.br/noticias/uso-de-ia-no-ubuntu.html
‣ Painel da Canonical sobre IA no Ubuntu Summit: https://youtu.be/jvJo8bOT7Lk?si=Kmc0P_KK8gL6BN8k&t=1904
‣ Como funciona o desenvolvimento do Debian: https://youtu.be/JK03ZcXYAoE?si=iXmRusibfYDcPbZ3 ‣ Como funciona o desenvolvimento do Ubuntu: https://youtu.be/9qigheGjdLg?si=YtcTkLNNiQzy5JES
‣ Como se tornar o seu próprio algoritmo: https://youtu.be/956p_PyP1Vo?si=ixJO_Hap7tV1nub1
00:00 - Por que o Ubuntu está perdendo espaço?
00:46 - A decisão polêmica do TUXEDO OS
01:44 - Por que tantas distros usam o Ubuntu como base?
03:02 - O atrito entre desenvolvedores e a Canonical
03:47 - Hardware com Linux da TUXEDO Computers
04:32 - Por que o TUXEDO OS escolheu o Debian?
04:52 - O problema com a "prisão" dos Snaps no Ubuntu
06:23 - Pacotes antigos e a falta de atualizações
07:33 - IA no Ubuntu: Falta de transparência e privacidade
08:31 - Facilitando a vida do profissional de TI
09:20 - Lentidão em segurança e updates críticos
10:44 - O movimento de ruptura: TUXEDO OS vira Rolling Release
11:36 - Debian Testing é realmente instável?
12:49 - O fim dos Snaps e mais melhorias com Debian
13:34 - Novo sistema de arquivos BTRFS e restauração rápida
14:41 - O Ubuntu deixará de ser "o rosto" do Linux?
16:48 - O futuro: Debian como o novo "porto seguro"?
17:18 - A busca pelo controle total do sistema
Pontos chave do vídeo:
‣ A perda de prestígio do Ubuntu no desktop e o crescimento de sistemas derivados.
‣ O anúncio oficial da Tuxedo Computers sobre a troca de base para o Debian.
‣ Os 4 motivos do rompimento: a centralização do Snap, o peso dos pacotes antigos do Ubuntu LTS, a falta de transparência em IA e a lentidão nas atualizações de segurança.
‣ Como funciona o Debian Testing como uma base Rolling Release moderna e estável.
‣ As novidades do novo Tuxedo OS, incluindo o sistema de arquivos BTRFS com snapshots via Snapper.
‣ O futuro da Canonical e do Ubuntu como base para outros projetos open source.
📹 Produção:
Roteiro e Apresentação: Dionatan Simioni
Edição e efeitos: Willian Zanella
Thumbnail: @adrielfilipetech
💚 Do chão que diziam ser só seca virou fartura! #shorts

🌵 No segundo dia da Caatinga Climate Week, amanhecemos no Sítio Caruá, em Vertentes (PE), com Dona Cilene e Seu Zé Bocão.
🌱 Inspirados pelas gambiarras que criaram, eles ensinam que a Caatinga, a única mata 100% brasileira, é como um livro que nunca se termina de ler e aprender.
✊🏿Uma história que começa numa cisterna e, com muita criatividade, virou abundância para a família.
📲 Confira como foi a 2ª edição da Caatinga Climate Week: https://isa.to/458xd3c
Homilia Padre Júlio Lancellotti - 26 JUL 2026 - Rádio Madalena SP

Capela São Judas Tadeu - Moóca - SP
Ajude as Obras da Paróquia de São Miguel Arcanjo a manter o Centro Comunitário Santa Irmã Dulce dos Pobres
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C/C: 109.058-5
Acesse nossos sites:
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CONJUNTURA #18 - O suposto ataque autônomo da OpenAI

👥 Apresentadores
Sérgio Amadeu é sociólogo, professor da UFABC e pesquisador do CNPq, com atuação destacada na defesa da democratização da comunicação e da soberania tecnológica. Autor de livros e artigos, é referência em debates sobre privacidade, software livre e cultura digital.
Gabriel de Moraes é mestrando e pesquisador do Laboratório de Tecnologias Livres da UFABC (LabLivre), integra a equipe do Podcast Tecnopolítica e coordena o Grupo Avançado de Tecnologias para Movimentos Sociais (GATMOB-UFABC).
📌 Equipe
Coordenação e autoria dos podcasts: Sérgio Amadeu da Silveira
Criação de arte e edição: Tutti Marketing
Conteúdos e divulgação: Tutti Marketing e Gabriel Boscardim de Moraes
🔗 ACESSE OS CURSOS NO PORTAL DO TECNOPOLÍTICA: https://tecnopolitica.blog.br/
Instagram: https://www.instagram.com/podtecnopolitica/
FONTES: https://huggingface.co/blog/security-incident-july-2026
https://openai.com/pt-BR/index/hugging-face-model-evaluation-security-incident/
https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2026/07/22/openai-diz-que-sua-ia-agiu-por-conta-propria-e-lancou-um-ataque-cibernetico-sem-precedentes.ghtml
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O método PL Mulher: como Michelle Bolsonaro construiu sua liderança política

Your brain on Ozempic

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Convocatória de Fotolivros ZUM/IMS 2026 – INSCRIÇÕES ABERTAS!

A Revista ZUM, a área de Arte Contemporânea e a Biblioteca de Fotografia do Instituto Moreira Salles anunciam a Convocatória de Fotolivros ZUM/IMS 2026.
A convocatória foi criada em 2017 para aprofundar os vínculos do Instituto Moreira Salles com a produção contemporânea de fotografia ligada ao meio editorial. Queremos conhecer, exibir e divulgar os fotolivros, bem como estreitar nossas relações com fotógrafos, produtores, editoras, designers e o público interessado em publicações.
Nesta edição, serão aceitas publicações lançadas a partir de outubro de 2025. As inscrições são gratuitas e estão abertas a participantes de qualquer nacionalidade.
As publicações serão avaliadas pelas áreas de Arte Contemporânea e Biblioteca de Fotografia do IMS. Cada publicação selecionada receberá R$ 300 como ajuda de custo.
As publicações selecionadas serão apresentadas durante o Festival ZUM, em novembro de 2026, e ficarão expostas na Biblioteca do IMS.
Durante o festival, uma comissão formada por convidados externos e integrantes do IMS premiará as 3 melhores publicações, que receberão R$ 2.000 cada, no total.
Como participar
1 – Preencha o formulário disponível aqui;
2 – Envie um exemplar da publicação para o endereço abaixo:
Convocatória de Fotolivros ZUM/IMS 2026
Avenida Paulista, 2424
CEP 01310-300 – São Paulo/SP
Brasil
Ou entregue pessoalmente na Biblioteca de Fotografia do IMS Paulista, cujo endereço é o seguinte:
IMS Paulista, Av. Paulista, 2424, São Paulo SP
Das 10 às 20hs, de terça à domingo.
Outras informações importantes
– Serão considerados para a exposição as publicações que chegarem até o dia 26 de setembro de 2026. Publicações recebidas após esta data serão desconsideradas.
– Não serão aceitas inscrições de bonecos (protótipos) de publicações;
– Se você já enviou sua publicação para a Biblioteca de Fotografia do IMS Paulista ou para a redação da Revista ZUM e deseja que esse exemplar seja considerado participante da convocatória, entre em contato através do email festivalzum@ims.com.br.
– Serão aceitas publicações realizadas em qualquer país, por meio de editoras de qualquer porte ou de forma independente.
– Não há taxa de inscrição/participação.
– Todas as publicações enviadas para esta convocatória, incluindo aquelas não selecionadas para a exposição ou premiadas, serão incorporadas pela Biblioteca de Fotografia do IMS Paulista (se estiverem de acordo com as políticas de acervo). Uma vez no acervo, o livro ficará disponível para consulta pelos visitantes após ter sido catalogado de forma especializada (veja um exemplo aqui), além de receber todos os cuidados de conservação. Caso não deseje integrar o acervo, entre em contato pelo email festivalzum@ims.com.br para marcar a retirada da obra (presencialmente em São Paulo) em até 30 dias da publicação dos selecionados; após esse prazo, os livros não poderão ser devolvidos.
– Não nos responsabilizamos por publicações extraviadas ou perdidas durante o trânsito.
– Os autores das publicações selecionadas autorizam a reprodução total ou parcial da obra em meios impressos ou digitais nos canais de comunicação do Instituto Moreira Salles, para fins de comunicação e divulgação do evento.
– Ao enviar a publicação, os autores declaram ser os legítimos titulares dos direitos relativos à publicação e às obras nele reproduzidas, respondendo por qualquer violação a direitos de terceiros, sejam eles intelectuais e/ou de imagem, e pelos consequentes danos materiais e/ou morais causados, isentando o IMS de qualquer eventual prejuízo ou responsabilidade que venha a sofrer.
– O resultado será divulgado em novembro no site da Revista ZUM e nos demais canais de comunicação e redes sociais do Instituto Moreira Salles.
– Demais casos não previstos nesta convocatória serão avaliados pela equipe da ZUM.
Em caso de dúvida, escreva para festivalzum@ims.com.br.
INFORMACIÓN EN ESPAÑOL – Convocatoria de fotolibros ZUM/IMS 2026
La Revista ZUM y la Biblioteca de Fotografía del Instituto Moreira Salles presentan la Convocatoria de Fotolibros ZUM/IMS 2026.
Esta convocatoria fue creada en 2017 con la intención de profundizar las relaciones del Instituto Moreira Salles con la producción de fotografía contemporánea en el medio editorial. A nosotros nos interesa conocer, exhibir y divulgar los fotolibros, y estrechar nuestras relaciones con fotógrafos, productores, editoriales, diseñadores gráficos y el público.
En esta edición se aceptarán publicaciones publicadas desde octubre de 2025 en adelante. La inscripción es gratuita y está abierta a participantes de cualquier nacionalidad.
Las publicaciones serán evaluadas por el equipo de ZUM y de la Biblioteca de Fotografía de IMS. Cada publicación seleccionada recibirá el valor de R$ 300 como ayuda de costos.
Las publicaciones elegidas se mostrarán durante el Festival ZUM, en noviembre de 2026, y se expondrán en la Biblioteca de Fotografía del Instituto Moreira Salles.
Durante el festival, una comisión formada por invitados externos y miembros del IMS premiará los 3 mejores publicaciones y cada una recibirá, en total, R$ 2.000.
¿Cómo participar?
1 – Rellene el formulario disponible aquí;
2 – Envíe su publicación a la dirección abajo:
Convocatória de Fotolivros ZUM/IMS 2026
Avenida Paulista, 2424
CEP 01310-300 – São Paulo/SP
Brasil
También se puede entregar la publicación personalmente en la Biblioteca de Fotografía del IMS Paulista, cuya dirección es la que sigue:
IMS Paulista, Av. Paulista, 2424, São Paulo SP
De las 10 hasta las 20hs, martes a domingo.
Otras informaciones importantes
– Se considerarán para la exhibición las publicaciones que lleguen hasta el día 26 de septiembre de 2026. Los libros recibidos después de esta fecha serán desconsiderados.
– No se aceptarán inscripciones de maquetas de publicaciones.
– Si ya envió su publicación a la Biblioteca de Fotografía del IMS Paulista o a la redacción de la Revista ZUM y desea participar en la convocatoria, comuníquese por correo electrónico a festivalzum@ims.com.br.
– Se aceptarán publicaciones hechas en cualquier país, por medio de editoriales de cualquier porte o de forma independiente.
– No hay tasa de inscripción/participación.
– Todas las publicaciones enviadas para esta convocatoria, incluyendo aquellas no seleccionadas para la exposición o premiadas, serán incorporadas por la Biblioteca de Fotografía del IMS Paulista (si están de acuerdo con las políticas de acervo de la misma). Una vez en la colección, la publicación estará disponible para consulta por los visitantes después de haber sido catalogado con todo cuidado especializado (ve un ejemplo aquí), además de recibir todos los cuidados de conservación. Si no desea formar parte de la colección, póngase en contacto con festivalzum@ims.com.br por correo electrónico para programar la recogida de la obra (presencialmente en São Paulo) dentro de los 30 días posteriores a la publicación de las seleccionadas; después de este plazo, los libros no serán devueltos.
– No nos responsabilizamos por publicaciones extraviadas o perdidas durante el tránsito.
– Los demás casos no previstos en esta convocatoria serán evaluados por el equipo del Festival ZUM.
– Los autores de las publicaciones seleccionados autorizan la reproducción total o parcial de la obra en medios impresos o digitales en los canales de comunicación del Instituto Moreira Salles, para fines de comunicación y divulgación del evento.
– Al enviar la publicación, los autores declaran ser los legítimos titulares de los derechos relativos al publicación y a las obras reproducidas en ellos, respondiendo por cualquier violación a derechos de terceros, sean intelectuales y/o de imagen, y por los consecuentes daños materiales y/o morales causados, eximiendo el Instituto Moreira Salles de cualquier eventual perjuicio o responsabilidad que venga a sufrir.
– El resultado será divulgado en noviembre el sitio de la Revista ZUM y en los demás canales de comunicación y redes sociales del Instituto Moreira Salles.
– Otros casos no previstos en esta convocatoria serán evaluados por el equipo de ZUM.
– En caso de duda, escribe a festivalzum@ims.com.br.
INFORMATION IN ENGLISH – Photobook Open Call ZUM/IMS 2026
ZUM Magazine and the Photography Library at IMS Paulista announce the Photobook Open Call ZUM/IMS 2026.
The call was created in 2017 to foster the relationship of Instituto Moreira Salles with contemporary photography production focused on the publishing world. We want to know, exhibit and promote photobooks, as well as strengthen our relationships with photographers, producers, publishers, designers and the public.
For this edition we will accept publications from October 2025 onwards. Registration is free of charge and is open to participants of any nationality.
Publications will be evaluated by the ZUM Magazine and the IMS Photography Library team. Each selected publication will receive an amount of R$ 300 as an aid.
The selected publications will be shown during the ZUM Festival, in November 2026, and will be on display at the IMS Photography Library.
During the festival, a commission formed by external guests and members of the IMS will award the 3 best publications and each one will receive, in total, R$ 2,000.
How to participate
1 –Fill the form here;
2 – Send your publication to the address below:
Convocatória de Fotolivros ZUM/IMS 2026
Avenida Paulista, 2439,
6º andar
CEP 01311-936 − São Paulo/SP,
Brasil
Or it can be delivered in person at the IMS Paulista Photography Library, whose address is as follows:
IMS Paulista, Av. Paulista, 2424, São Paulo SP
From 10 pm to 8 pm, Tuesday to Sunday.
Information
Only the publications arriving at IMS Paulista until September 26, 2026 will be considered for the exhibition. Publications received after this date will be disregarded.
Dummies entries (publication prototypes) will not be accepted;
If you have already sent your publication to the IMS Paulista Photography Library or to the editorial staff of ZUM Magazine and you want this copy to be considered a participant in the call, please contact us at festivalzum@ims.com.br.
Publications from any country, by any publishing house will be accepted, including self-published materials.
There is no registration/participation fee.
All publications submitted for this call, including those not selected for the exhibition, will be incorporated by the Photography Library of the Moreira Salles Institute (if they are in accordance with the collection policies). Once in the collection, the publication will be available for consultation by the thousands of visitors annually, in person and online, after having been cataloged with all specialized care – including keywords that allow it to be linked to other titles (see an example here). If you do not wish to be part of the collection, please contact festivalzum@ims.com.br to schedule the withdrawal of the publication within 30 days of the disclosure of the shortlist (after this period, the books will no longer be returned).
We are not responsible for publications lost in the mail or courier.
Further cases not predicted by this call will be evaluated by the ZUM Festival team.
The authors of the selected publications authorize the complete or partial reproduction of the publication by IMS’s printed or online media channels as promotional material for the event.
In submitting the publication, the authors declare that they are the legitimate owners of the rights to the publication and to the works reproduced in it, responding personally for any violation of third parties’ rights, be they intellectual and/or image rights, and inherent material and/or moral damages caused, exempting IMS from any potential liability.
The final result will be announced in November at ZUM Magazine’s website (www.revistazum.com.br) and other IMS channels and social networks.
Any doubt, write to festivalzum@ims.com.br.
About
ZUM is a Brazilian biannual magazine dedicated to contemporary photography.
The Photography Library at IMS Paulista is a unique initiative in Brazil, with an archive composed exclusively of books and magazines about photography. Besides the general works, selected by the curatorship, it has also collections of names such as Stefania Bril, Thomaz Farkas, Iatã Cannabrava, Vania Toledo, and Steidl.
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Débora Salles: a machosfera brasileira | Cortes Subsolo

OUÇA NA ÍNTEGRA
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Livro: leonardodavinci.com.br
#subsolopodcast #livrarialeonardodavinci #davincilivros #deborasalles
Homer's Odyssey is not 'historically authentic'

Emily Wilson, translator of the Odyssey, discusses Nolan's film on the LRB Podcast: https://youtu.be/onDDNKHXMTA
ABOUT THE LRB
The LRB is Europe’s leading magazine of books and ideas. Published twice a month, it provides a space for some of the world’s best writers to explore a wide variety of subjects in exhilarating detail – from culture and politics to science and technology via history and philosophy. In the age of the long read, the LRB remains the pre-eminent exponent of the intellectual essay, admired around the world for its fearlessness, its range and its elegance.
As well as essays and book reviews each issue also contains poems, an exhibition review, ‘short cuts’, letters and a diary, and is available in print, online, and offline via our app. Subscribers enjoy unlimited access to almost 15,000 articles in our digital archive. Our website features a regular blog and a channel of audio and video content, including podcasts, author interviews and highlights from the events programme at the London Review Bookshop.
How Quantum Batteries Break Every Rule of Charging

Corrections:
07:20 - Screen should read less than 1 nJ
Watch The Magnet Breakthrough China Doesn’t Control https://youtu.be/UGxebJSUrTs?list=PLnTSM-ORSgi7uzySCXq8VXhodHB5B5OiQ
Video script and citations:
https://undecided.tech/how-close-are-we-to-quantum-batteries/
Get my achieve energy security with solar guide:
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Follow-up podcast:
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Chapters
00:00 - Intro
02:24 - The Realm of Quantum Mechanics
05:08 - Charging Batteries With Light
06:55 - The Numbers and Viability of Quantum Batteries
180. Weddings

Works Discussed:
Stephanie Coontz, Marriage, a History
Laurie Essig, Love, Inc.
Arnold van Gennep, The Rites of Passage
Brooke Leany, “Something borrowed: The origins of Christian wedding rituals.”
Ellen Rothman, Hands and Hearts: A History of Courtship in America
Lisa Schwarzbaum, “Mamdani, His Mother and a Movie of Prescient Grace”
Jonathan Wolff, “The Value of Ceremonies”
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Tour Vlog #1 - Live 2026 - AnnenMayKantereit

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AnnenMayKantereit
“Live 2026”
28.07.2026 Ludwigsburg, KSK Music Open (Ausverkauft)
29.07.2026 Ludwigsburg, KSK Music Open (Ausverkauft)
30.07.2026 Füssen, Barockgarten (Ausverkauft)
13.08.2026 Berlin, Parkbühne Wuhlheide
14.08.2026 Berlin, Parkbühne Wuhlheide (Ausverkauft)
15.08.2026 Berlin, Parkbühne Wuhlheide (Ausverkauft)
20.08.2026 Hamburg, Trabrennbahn Bahrenfeld
21.08.2026 Hamburg, Trabrennbahn Bahrenfeld (Ausverkauft)
22.08.2026 Rostock, IGA Park
03.09.2026 Hannover, ZAG Arena
04.09.2026 Hannover, ZAG Arena (Ausverkauft)
05.09.2026 Magdeburg, GETEC-Arena (Ausverkauft)
10.09.2026 Leipzig, Quarterback Immobilien Arena
11.09.2026 Leipzig, Quarterback Immobilien Arena (Ausverkauft)
12.09.2026 Bremen, ÖVB-Arena (Ausverkauft)
15.09.2026 München, Olympiahalle
16.09.2026 München, Olympiahalle (Restkarten)
18.09.2026 München, Olympiahalle (Ausverkauft)
19.09.2026 Wien (AT), Wiener Stadthalle (Ausverkauft)
20.09.2026 Graz (AT), Stadthalle (Ausverkauft)
25.09.2026 Freiburg, SICK-Arena (Ausverkauft)
26.09.2026 Zürich (CH), Hallenstadion (Ausverkauft)
27.09.2026 Zürich (CH), Hallenstadion
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Vielen Dank an unsere gesamte Crew & an unsere Musiker:innen:
Sonja Glass, Bass
Ferdinand Schwarz, Trompete
Frida Beck, Trompete
Lucie Graehl, Saxofon
Marleen Dahms, Posaune
Maxim Frischmann, Saxofon
Camera by fioniversace, Martin Lamberty & Lenny Rothenberg
Editing by Lenny Rothenberg
Live recording by Fabian Isaak Langer & Luis Müller-Wallraf & Andreas Krüger
Audio mixing by David M. Trapp
Alle Alben:
Es ist Abend und wir sitzen bei mir (2023):
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12 (2020):
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Schlagschatten (2018):
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Alles nix konkretes (2016):
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Brazil gives parents social media controls for their kids. Should the US?
California is leading on kids’ data privacy in the U.S. but still lags internationally.
This story was produced in partnership with Agência Pública as part of a series on how regulatory solutions adopted in Brazil could point the way for the U.S. Reporting by Colin Lecher, Maria Martha Bruno and Natala Viana.
Alarming trends in teen mental health and increased social media use led California to pass a new wave of laws to protect kids online.
The state enacted protections to prevent children’s data from being sold, to give kids an opportunity to delete what they post, and to require businesses that target children to manage potential risks. Future legislation could ban social media altogether for many teens.
Some of those regulations face legal challenges, but together, the laws amount to some of the strictest privacy safeguards for children in the United States.
California’s laws are considered stronger than the federal Children’s Online Privacy Protection Act, or COPPA, which is geared toward protecting children’s privacy. Under that law, website operators must obtain parental permission before collecting information on kids under 13 if their site is targeted toward, or knowingly collects information about children.
California’s laws expand the ages protected and place further restrictions on product design. To some extent, California sets childrens’ privacy policy for the entire country, since companies may choose to provide California’s more stringent protections to children nationwide rather than carve out protections just for the most populous U.S. state.
But despite policies that are extensive when compared to the rest of the country, California’s regulations still lag well behind those of other countries. As California passed various child privacy laws, countries like Brazil passed comprehensive legislation that overlaps with some California policies, while going even further.
Experts say the United States and California face unique hurdles in passing children’s privacy laws that other countries don’t. Among those are First Amendment challenges, different conceptions of privacy, and — maybe most importantly — a tech industry that sees strict privacy laws as an existential threat to its future.
A child privacy push
California has led the way nationally for a decade on protecting kids online, and more recently has picked up more steam.
“California, everything there is changing and changing fairly dramatically within the last just four years,” said Ed Howard, Senior Policy Advocate for the Children’s Advocacy Institute at the University of San Diego.
Like the federal law, the California Consumer Privacy Act, passed in 2018, requires companies to obtain parental permission to collect data on kids under13. But it also protects teens between 13 and 16 by forcing companies to make them consent before their data can be gathered.
In 2022, the Legislature enacted the California Age-Appropriate Design Code Act. That law requires companies to estimate ages, then ensure they provide, by default, strict privacy protections for underage users. The law also limits the use of so-called “dark patterns,” which provide an illusion of choice for users while steering their behavior in certain directions.
“If there’s a product that’s likely to be accessed by children, it has to be, by design and by default, safe for them,” said Assemblymember Buffy Wicks, an Oakland Democrat who worked on that legislation.
Wicks also authored a measure that next year will require companies to include a “signal” system that will tell businesses a device user’s approximate age. The law would be among the strictest in the country, although a series of legal challenges by the tech industry have left it partly defanged.
Another law, the Protecting Our Kids from Social Media Addiction Act of 2024, bans social media companies from showing minors “addictive” feeds without parental consent and limits the hours when companies can send notifications to teens. The law, which goes into effect in 2027, has already survived legal challenges.
Bills now before the Legislature would ban kids under 16 from “addictive” social media entirely, in a step that has earned the ire of some online privacy groups over fear it would end online anonymity by requiring age verification at sign-up.
More recently, the state has begun regulating artificial intelligence, passing a law to impose mental health safeguards on chatbots. That legislation was passed in response to a series of troubling incidents, including the death of California teenager Adam Raine, who talked about suicide with ChatGPT for months before eventually taking his own life. The death is just one in a series of several incidents involving teens that have alarmed legislators.
Raine’s mother, Maria, recently testified in front of Senate Privacy, Digital Technologies, and Consumer Protection Committee, calling for stricter protections. ChatGPT, she said, was “a homework helper [that] turned into a confidant, then a suicide coach.”
Under a law enacted last year, AI chatbots are required to disclose that they are not real people and companies must take reasonable steps to prevent children from seeing graphic content.
The Legislature is considering bills to further govern how chatbots can interact with kids online. Those would require AI companies to make annual risk assessments on potential mental health harms and create controls that let parents limit how kids interact with bots.
The flurry of legislation is a marked contrast to the federal picture, as Congress has repeatedly failed to agree on terms for national laws.
This session, lawmakers are considering the Kids Internet and Digital Safety (KIDS) Act, which would expand several privacy laws. Among them would be applying COPPA protections to everyone under 18 and prohibiting targeting online ads toward children and teens.
But the act faces criticism from child safety advocates for not forcing strong enough legal obligations on tech companies, and from civil rights organizations over free speech concerns. The act may be doomed as the House and Senate argue over its provisions.
International, comprehensive
For years, advocates have pointed to research linking teens’ mental health to social media use in arguing for stronger protections. A substantial proportion of teens say social media has damaged their mental health, and heavy social media use is linked to increased risk of anxiety and depression.
Recently, Meta and YouTube were found liable in a landmark lawsuit accusing them of knowingly creating platforms with features that were addictive and harmful to children and teens. That suit argued that internal documents showed how the company was aware of the damage their services could do, but allowed kids to use them anyway.
Other countries have taken a more comprehensive route than the United States, passing packages of laws specifically meant to cover children’s data and social media use. “I look at what’s happening in the U.K., I look at what’s happening in Australia,” said Wicks, who said she’s recently met with British and Greek policymakers about children’s privacy issues.
“We steal good ideas when we see them from other places,” she said, saying the Age-Appropriate Design Code Act was “wholesale borrowed from the UK.”
In Brazil, the ECA Digital comprehensive children’s privacy act became law this year despite tech industry lobbying.
The act forbids companies from targeting ads to children based on their online behavior. It also requires parental supervision tools and defaults to the most protective privacy settings for kids. It also bans potentially addictive features like autoplay and infinite scroll for kids.
Some legal experts see how provisions of that law and others could be imported to the United States, possibly through a state like California.
Mariana Olaizola Rosenblat, a policy advisor on technology and law at the NYU Stern Center for Business and Human Rights, pointed out that there’s already some consistencies between regulations in Brazil and California.
“I think there’s quite a bit of overlap, but where they diverge is mostly because of specific constitutional features of the U.S. legal system,” she said. The First Amendment has often been used in legal challenges brought by the tech industry against laws limiting what content their algorithms show.
Olaizola Rosenblat, who has studied global privacy laws, said provisions in the ECA Digital, like a requirement that social media sites offer parental supervision tools, could be imported to the U.S., too. Those tools allow parents to control features and content their kids see, including by setting limits on messaging, screen time, automatic playback, and rewards. She points out that California has also passed provisions like privacy-by-default settings for child users and limits on advertising.
International laws can often go further in placing limits on the content that minors might see because the countries don’t have the same guaranteed speech rights. “They’re able to regulate that in a way that I don’t think the U.S. can under the First Amendment,” she said.
Texas Tech University researcher Marina Petric said this amounts to “First Amendment fundamentalism.”
“The U.S. narrative has been embedded into the architecture of digital platforms as though it were a universal standard,” she said. “Those who reject this premise are portrayed as supporters of censorship. But freedom of expression defined by one side and applied only to some is not freedom of expression — it is a tool of power.”
Ultimately, there are ways to take pieces of international laws and import them, Olaizola Rosenblat said. There are at least parts of laws like the ECA Digital that are compatible with legal rights in the U.S.
Our system is uniquely vulnerable to the power of that money.
Ed Howard, University of San Diego
Howard adds that the structure of the U.S. government makes it easier to pass individual laws than major packages all at once. He also points out that privacy issues are constantly evolving, and slow-moving bodies like Congress have trouble keeping up.
But both Howard and Olaizola Rosenblat believe the major barrier to a stricter children’s privacy law is a single issue: the influence of tech industry cash.
“The thing that is by a wide margin, the biggest reason, is the power of money in our system and the fact that our system is uniquely vulnerable to the power of that money,” Howard said.
In 2025, tech companies pushing for fewer regulations on AI and cryptocurrency poured more than $39 million into political spending and lobbying, according to a CalMatters analysis. The companies say the money goes toward supporting candidates that protect their industry, but critics say the companies are exerting undue influence.
As part of its spending, Meta gave $150,000 to the California Democratic Party and $20 million to a new political committee. While lawmakers questioned how best to regulate AI last year, the company spent far more than any other previous year. Meta said the money was “to help elect state political candidates in California — no matter their party affiliation — that support and defend the American tech industry.”
That’s only the tip of the iceberg. Tech companies spend tens of millions more every year lobbying Congress.
“I think the main problem is the tech lobby, which is very successful in the U.S. and maybe not as successful in other jurisdictions like Brazil,” Olaizola Rosenblat said. “Because they know that the most threatening thing to them would be a federal law in the U.S.”
While other countries get lobbied, the U.S. is a uniquely gigantic market, and California is the tech industry’s home base. Tech giants are willing to push back hard against laws that threaten their business model in the country, and that includes for laws aimed at protecting kids.
“When it comes to privacy, every business has a financial stake in there being very little privacy,” Howard said.
O Berro do Boi #1 - A cria

手技TEWAZA「小田原漆器」ODAWARA Shikki (Lacquerware)/伝統工芸 青山スクエア Japan traditional crafts Aoyama Square

その後、この地方を支配していた北条氏が、小田原漆器を発展させるために漆器職人を城下に招いたことで、彩漆塗(いろうるしぬり)の技法が始められました。
江戸時代には盆、椀等の日用品の他に武具類にも漆を塗るようになり、実用的な漆器として漆器作りの技術が確立されたと考えられます。
At the beginning of the 15th century, there lived in nearby mountains a lot of woodworkers who made wooden substrates on a lathe, then applied raw lacquer on them. This is said to be the origin of Odawara-shikki. Clear lacquer is used to reserve the beautiful wood-grain. Since the different parts of wood offer a different wood-grain, a careful selection of wood is required.
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Entre 2015 e 2025, mineradoras receberam ao menos R$ 49 bilhões em isenções de impostos federais
Por Lúcio Lambranho e Maurício Angelo
O novo pacote de isenções embutido no PL dos minerais críticos não considera ao menos R$ 49,3 bilhões em benefícios tributários federais que 53 empresas de extração mineral direta acumularam entre 2015 e 2025, segundo dados da Receita Federal pesquisados e consolidados pelo Observatório da Mineração.
Este fato, como tem acontecido frequentemente no debate interditado pelo Senado, que marcou duas audiências públicas e cancelou as mesmas na sequência, não costuma aparecer nas discussões sobre a proposta que será votada pela casa.
No topo do ranking entre as mais beneficiadas está a maior mineradora do país, a Vale S.A., com R$ 33,8 bilhões, e uma de suas subsidiárias, a Salobo Metais S.A., empresa do grupo que produz cobre e ouro no Pará e que acumulou benefícios de R$ 6,4 bilhões. Juntas, as duas respondem por 81,7% de tudo o que foi concedido ao setor no período. Em terceiro lugar, a uma distância enorme, aparece a Jacobina Mineração e Comércio, com R$ 1,3 bilhão.
Os R$ 49,3 bilhões medem tributo que o Estado deixou de cobrar por decisão de política pública: renúncia legal, concedida por lei. Não se confundem com os R$ 73 bilhões em dívida ativa que o setor mineral acumula junto à União, revelados pelo Observatório da Mineração recentemente, que se refere a tributo devido e não pago. São bases distintas, apuradas por órgãos distintos, a Receita Federal e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. Os valores não se somam nem se abatem entre si. O que a sobreposição revela é que as mesmas empresas aparecem nos dois lados da conta.
Uma nota técnica produzida pelo Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) sobre os problemas inseridos no PL dos Minerais Críticos faz um detalhamento dos benefícios concedidos, entre 2015 e 2025, à Vale S.A, que estão concentrados em Imposto de Renda (IR) e Contribuição sobre o Lucro Líquido (CSLL) em função de renúncias fiscais concedidas no âmbito da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).
De acordo com a legislação, como mostrou o Observatório da Mineração em abril de 2024, os incentivos fiscais para a mineração na Amazônia são de 75% do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ), sendo que, em casos de reinvestimentos, podem ser abatidos mais 30%, calculado sobre os 25% restantes. Assim, a redução no IRPJ pode chegar a 82,5%.


Especialistas destacam privilégios de mineradoras e acúmulo de benefícios sem revisão
Para Maria Regina Paiva Duarte, segunda vice-presidenta do Instituto Justiça Fiscal (IJF) e auditora fiscal da Receita Federal do Brasil aposentada, o setor está cercado de “privilégios” diante deste pacote de benefícios e que podem ser ampliados com a nova lei de minerais críticos.
“Há mecanismos para diminuir a tributação, de um lado, e mecanismos para reduzir o pagamento das dívidas, caracterizando um privilégio que vai no sentido contrário da justiça fiscal. Grandes empresas mineradoras já pagam alíquota de IRPJ e CSLL bastante diminuída em função de vários abatimentos que podem fazer, reduzindo seus lucros, e conseguem refinanciar suas dívidas com privilégios”, afirma.
André Portella, doutor em Direito Financeiro e Tributário, professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e advogado tributarista, acredita que a tributação do setor mineral é “de cabeça pra baixo”, pois estimula a exportação da matéria bruta e desestimula a agregação de valor.
Segundo Portella, essa inversão termina por contribuir com a manutenção da condição de exportador de commodities historicamente ocupada pelo Brasil. “É claro que isso é deliberado. Para além da falta de razoabilidade na concessão dos benefícios ao setor e mesmo da irregularidade no tocante ao inadimplemento de obrigações de pagar, as desonerações vão na contramão de um projeto de desenvolvimento nacional soberano e sustentável”, diz o especialista.
Grazielle David, doutoranda em economia do desenvolvimento na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), avalia que os minerais críticos possuem uma característica particular: diferentemente de muitos setores econômicos, a atividade não pode ser deslocada livremente para qualquer lugar.
E, por esse motivo, segundo David, torna-se ainda mais importante perguntar qual é a real necessidade de ampliar benefícios fiscais para atrair investimentos que, em grande medida, já possuem forte incentivo econômico para ocorrer em função da localização das reservas e da crescente demanda global associada à transição energética.
“Nesse contexto, o debate deveria se concentrar em quais condições essa exploração deve ocorrer. A mineração gera impactos ambientais e sociais significativos e frequentemente afeta territórios ocupados por comunidades tradicionais, povos indígenas e populações locais. Por isso, benefícios fiscais deveriam estar condicionados a contrapartidas robustas em termos de proteção ambiental, respeito aos direitos humanos, consulta e participação das comunidades afetadas e distribuição dos benefícios econômicos gerados”, diz.
A questão central, segundo a pesquisadora, é: ocorrendo exploração de recursos minerais, como garantir que a riqueza produzida se converta em desenvolvimento e direitos para a sociedade como um todo.
“Em um cenário dito de restrição fiscal e elevada desigualdade, é fundamental questionar se faz sentido ampliar incentivos para um setor que já opera sobre recursos escassos e estratégicos, localizados no território nacional, sem demonstrar claramente qual valor adicional esses benefícios geram para a população brasileira”, avalia.
Para Marco Túlio da Silva, presidente do Sindifisco-MG, é preciso mais transparência quanto aos critérios que definem a concessão da renúncia, seja isenção ou outra, quanto aos setores beneficiados e montantes envolvidos, quanto aos critérios de definição dos benefícios sociais esperados e formas de acompanhamento. “A partir da transparência a compatibilidade é mais bem avaliada e a própria população pode fazer o controle social”, acredita.
Para o sindicalista, estruturar os órgãos de controle, cuja fragilidade impactou e impacta, por exemplo, como as sonegações do setor mineral com Cfem. “Projetos de lei como este requerem um maior debate com a sociedade civil organizada, com órgãos técnicos de controle e com formuladores de políticas públicas, sem o que prevalece interesses de grupos específicos de interesse, e perde o interesse público”, diz.
“A renúncia fiscal em si não é, por natureza, exclusivamente boa ou ruim, a questão central talvez remonte a ideias defendidas desde JK e Vargas, com relação a políticas desenvolvimentistas estruturantes e cadeias produtivas intensivas em tecnologia e agregadoras de valor. É isto que estamos incentivando? Isso é uma pergunta relevante para afastar um risco extrativista que envolve recurso que se exaure com o tempo”, acredita o especialista ao falar sobre o projeto de lei que cria a política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos.
Isenção de ICMS na exportação mineral esconde benefícios do setor mineral e prejudica estados e municípios, afirma AMIG Brasil
Além das isenções bilionárias de tributos federais, o setor mineral também acumula benefícios que estão fora da política tributária dos estados e que acabam prejudicando os municípios onde estão instaladas suas operações de extração. Segundo dados da Associação Brasileira dos Municípios Mineradores (AMIG Brasil), cerca de 90% da produção nacional de minério de ferro não paga ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) por ser destinada à exportação.
Para a entidade, esse é um dos fatores que colocam a mineração brasileira entre os setores menos onerados do mundo e impõem perdas bilionárias aos cofres estaduais e reforça a especialização do país na exportação de commodities com baixo valor agregado e limita os efeitos da atividade sobre a industrialização.
Os dados da AMIG Brasil sobre as finanças estaduais são expressivos e contabilizam desde 1996, inicialmente com a Lei Kandir e hoje com a Constituição de 1988, pois não incide o ICMS nas exportações. Na prática, a maior parte do minério produzido no país não sofre incidência do imposto.
Estimativas, informa a AMIG Brasil, indicam que Minas Gerais deixa de arrecadar entre R$ 7 bilhões e R$ 9 bilhões por ano em função desse mecanismo, sendo cerca de 30% desse valor diretamente relacionado ao minério de ferro. Como a desoneração não é classificada juridicamente como renúncia fiscal, ela fica fora dos cálculos oficiais, o que tende a subestimar o nível de benefício concedido ao setor.
Para Waldir Salvador, consultor de relações institucionais e econômicas da AMIG Brasil, o dado não indica falta de benefícios ao setor, mas reflete a forma como essas vantagens são estruturadas. “Parcela relevante dos incentivos à mineração opera fora dos registros formais de renúncia tributária”, afirma.
Os municípios também suportam perdas com a não incidência do ICMS sobre as exportações. Estudo realizado pela Universidade Federal de Minas Gerais, considerando os dados de tributação de 2023 e a simulação da incidência do ICMS em MG antes da Lei Kandir, demonstrou que haveria ganho de 9,9% na receita com a incidência de 6% de ICMS nas atividades mineradoras. “O caso mineiro ilustra um padrão mais amplo: enquanto estados e municípios produtores concentram perdas de arrecadação, a maior parte dos incentivos diretos é concedida no âmbito federal”, destaca a AMIG Brasil na divulgação dos dados e estudos sobre o tema.
Vale diz que benefícios estão dentro da lei
A reportagem procurou as três mineradoras que mais receberam recursos em benefícios fiscais, acima de R$ 1 bilhão. A Vale, maior beneficiada, que controla também a Salobo Metais e tem participação na Samarco e na Anglo American Minério de Ferro, enviou uma nota afirmando que “os incentivos fiscais da Vale estão em conformidade com a legislação vigente, suas informações são públicas e os investimentos ambientais e socioeconômicos relacionados são divulgados regularmente pela empresa pelo link: Comunicados, Resultados, Apresentações e Relatórios – Vale. Além disso, é importante esclarecer que os incentivos fazem parte de políticas de desenvolvimento regional e são mantidos a partir de contrapartidas, nos termos da legislação tributária vigente, dentre elas a obrigatoriedade de aplicar o valor do incentivo em atividades diretamente ligadas à produção e operação na área de atuação da SUDAM, não podendo ser distribuído aos acionistas”, disse a mineradora.
A Mineração Jacobina não respondeu até o fechamento desta edição. O espaço continua aberto para as suas alegações.
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