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André Mendonça atende a pedido de Fachin e retira sigilo de investigações do Banco Master

O ministro André Mendonça atendeu à solicitação do presidente Edson Fachin e levantou o sigilo de parte das investigações do Banco Master. Mendonça é o relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF).

Contudo, algumas investigações ficaram de fora como a do financiamento do filme Dark Horse, que conta a história do ex-presidente Jair Bolsonaro. Nessa investigação há conversas em que Flávio Bolsonaro pede dinheiro ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro para a produção. Leia a íntegra da decisão tomada na PET 16.704.

Também não ficam públicas as investigações em que é citado o senador Ciro Nogueira (PP-PI; assim como a apuração que levou à prisão do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa; e a fase da Operação Compliance Zero que atingiu a Rioprevidência e o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro. 

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De acordo com o despacho, ficam sem sigilo os autos da Pet 15.556, que é uma espécie de investigação-mãe que originou as outras. Foi nesta investigação que Vorcaro foi preso preventivamente e os celulares apreendidos. Também estão liberados procedimentos que se originaram dessa apuração inicial.

Na decisão, Mendonça afirma que “estão sendo adotadas as providências administrativas necessárias à remessa de cópia integral dos referidos autos, em HD próprio, à Presidência e aos Gabinetes dos eminentes Ministros”.

Veja a lista das investigações do Banco Master que tiveram o sigilo liberado

INQ 5.026 – é o inquérito principal do Caso Master dentro do STF — o processo que formaliza e conduz a investigação criminal decorrente da Operação Compliance Zero. Nasceu a partir da RCL 88.121

RCL 88.121 – decisão que deslocou o processo da Justiça Federal de Brasília para o STF, com Dias Toffoli assumindo o controle das diligências e impondo sigilo total ao caso.

PET 15.198 – essa investigação detalha como os fundos vinculados ao Master teriam sido usados para dar aparência de legalidade a operações fraudulentas.

INQ 5035 – É uma investigação específica dentro do guarda-chuva do caso Master que apura um esquema de manipulação de influenciadores digitais em favor de Daniel Vorcaro.

PET 15.978 –  Investiga o núcleo de intimidação e obstrução da justiça do esquema Master. Durante uma operação dessa investigação, Henrique Vorcaro, pai do ex-banqueiro, foi preso.

PET 16.662 – É a petição em que o ministro André Mendonça tornou públicas, em 1º de setembro de 2026, as mensagens encontradas no celular de Vorcaro que sugerem contato direto com o ministro Alexandre de Moraes — o episódio que desencadeou a atual crise institucional no STF.

PET 15.478, 15.504, 15.562, 15.563, 15.693, 15.976, 15.977, 16.019 – investigações dentro do guarda-chuva do Master.

Crise no STF

O presidente do STF, Edson Fachin, havia solicitado ao ministro André Mendonça, na noite desta quinta-feira (10/9), a retirada do sigilo de parte importante das investigações do Banco Master.

O JOTA mostrou que Mendonça iria atender ao pedido nos termos feitos pelo presidente da Corte.

 Fachin justificou o pedido por conta da sessão extraordinária de terça-feira (15/9), em que os ministros devem definir se abrem ou não investigação sobre a relação do ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro, preso preventivamente por fraudes no Banco Master. O pedido era para que fosse retirado o sigilo da PET 15.556, na qual foi decidida a prisão de Vorcaro e que se desdobra na investigação que se chegou ao nome de Moraes. Leia a íntegra do despacho de Fachin na PET 16.704.

Nos últimos dias vinha aumentando a pressão para a retirada do sigilo do Banco Master. A justificativa é que o fim do sigilo pode estancar os vazamentos seletivos da investigação em período eleitoral. Uma das vozes que engrossou esse discurso foi o presidente Luiz Inácio Lula da Silvaque chegou a fazer esse pedido em uma rede social.

As investigações do Banco Master, controlado pelo empresário mineiro Daniel Vorcaro, começaram em 2025, por suspeitas de fraudes contábeis e um modelo de captação considerado insustentável. O banco tinha envolvimento com pelo menos 18 fundos de pensão do funcionalismo público de estados e municípios.

Em 18 de novembro de 2025, a Polícia Federal prendeu Vorcaro no Aeroporto de Guarulhos, sob a alegação de que tentava deixar o país — a prisão ocorreu um dia após o anúncio de que uma holding financeira compraria o banco.

Durante as investigações, a Polícia Federal chegou a várias relações de Vorcaro com autoridades, inclusive ministros do STF, como Dias Toffoli, até então, o relator do caso. Envolto na crise, o ministro deixou o comando das investigações e, por sorteio, André Mendonça tornou-se o novo relator.

A crise se agravou quando ficou público relatório da Polícia Federal, feito a mando do ministro André Mendonça, que mostrou que o ministro Alexandre de Moraes trocou mensagens e se encontrou com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, preso preventivamente por fraudes no Banco Master.

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Com os achados da PF, Mendonça pediu para o presidente do STFEdson Fachin, abrir investigação contra o colega. Em resposta à investida de Mendonça, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, disse que a apuração é nula porque o plenário não foi consultado sobre a investigação, conforme determina a lei.

Na sequência, Moraes também pediu a abertura de um inquérito contra Mendonça alegando “fortes indícios da prática de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade” com quebra da imparcialidade judicial e favorecimento a determinados grupos políticos. O pedido se deu no polêmico inquérito das fake news.

Pressionado pelos colegas, Palácio do Planalto e pela guerra de liminares entre ministros, o presidente do STF, Edson Fachin, tomou uma série de medidas para tentar estancar a crise na quarta-feira (9/9). Entre elas a retirada de Alexandre de Moraes da relatoria do inquérito das fake news, que passa a ser gerido pela presidência, e a suspensão das liminares dos ministros André Mendonça e Flávio Dino – o primeiro afastou o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o segundo, o reintegrou.

Fachin também marcou para o dia 15 de setembro o julgamento sobre o pedido de abertura de investigação contra Moraes pelas mensagens trocadas com o ex-banqueiro, Daniel Vorcaro, e os supostos encontros

‘We can’t stop for a second’: the centre tracking South Korea’s stalkers in real time

Since June, an app has allowed survivors, who are overwhelmingly women, to see exactly where their stalker is

On a large screen in a control centre in eastern Seoul, a dot representing a man closes in on a woman. The dot changes direction, and the distance reading between them falls from 845 metres to 792.

On the woman’s phone, the same map is loading. A probation officer rings her: the stalker is approaching, don’t panic, officers have been dispatched. The man is a stand-in and the scenario is staged, but the system is real.

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© Photograph: Raphael Rashid/The Guardian

© Photograph: Raphael Rashid/The Guardian

© Photograph: Raphael Rashid/The Guardian

As 196 páginas de sigilo

O STF recebeu dois relatórios secretos sobre as relações promíscuas de seus ministros com Daniel Vorcaro. Um veio a público. O outro ficou na gaveta

China cargo ship fire leaves 25 dead in Qingdao

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Twenty-five people have died in a ship fire that broke out in China on Thursday. The blaze happened aboard the Liberia-flagged, Chinese-owned cargo ship while it was at China’s eastern port of Qingdao. The vessel, with 42 people on board, was undergoing repairs at the Qingdao Beihai shipyard.

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Tiananmen Square vigil organisers jailed for seven years in Hong Kong

Pro-democracy activists Chow Hang-tung and Lee Cheuk-yan were found guilty of ‘incitement to subversion’ in controversial national security case

Two pro-democracy activists who were put on trial for organising an annual Tiananmen Square massacre vigil in Hong Kong have been sentenced to seven years in jail, in one of the city’s most significant national security cases.

Chow Hang-tung, 41 and Lee Cheuk-yan, 69, were found guilty in August of incitement to subversion. The court found they had “incited other persons to organise, plan, commit or participate in acts by unlawful means with a view to subverting the state power”.

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© Photograph: Peter Parks/AFP/Getty Images

© Photograph: Peter Parks/AFP/Getty Images

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"Dios nos dio a Trump": una convención republicana con aroma a secta para “salvar EEUU” del “pecado” y de la “alianza entre comunistas e islamistas”

"Dios nos dio a Trump": una convención republicana con aroma a secta para “salvar EEUU” del “pecado” y de la “alianza entre comunistas e islamistas”

Trump hizo jurar a los asistentes que fueran a votar so pena de ir al infierno, y nadie mandó callar al público que gritaba "deberían fusilarlos" mientras el senador Ted Cruz mencionaba referentes progresistas como Mamdani, El-Sayed y Talarico

Trump promete 5.000 dólares a cada adulto estadounidense si los republicanos ganan las elecciones de noviembre

Cada vez se parece más a una secta. “El 14 de junio de 1946, Dios contempló el paraíso que había planeado y dijo: ”Necesito un cuidador“; así que Dios nos dio a Trump”. Es un fragmento del mesiánico vídeo del Partido Republicano proyectado en el segundo día de la convención a la mayor gloria de Donald Trump, a 54 días de las elecciones legislativas de mitad de mandato.

Una convención que volvió a tener numerosas calvas en las gradas, por mucho que Trump dijera que no había “asientos vacíos” y que estaba “todo lleno”, con “miles de personas fuera”. Hasta tal punto la afirmación de Trump, con acusaciones a los medios de manipular el aforo, era exótica, que muchos de los asistentes que estaban sentados junto a este enviado especial se reían mientras señalaban las gradas vacías. ¿Conclusión? Ni los suyos le creen, pero le ríen las gracias... Y le votan.

Trump ha insistido: “Si ganan en noviembre, nos van a quitar todo lo que tenemos. No estoy en las papeletas, pero tenéis que pensar que sí estoy”

E hizo jurar a su audiencia “ante el presidente de EEUU” que “iré con mi familia y mis amigos a votar el 3 de noviembre, con la ayuda de dios”. Y ha añadido: “Así que ya sabéis que pasa si no votáis, iréis al infierno”.

“Derrotaremos a los comunistas, a la izquierda loca, a los criminales que quieren destruir nuestro país”, ha afirmado.

“Como país estábamos cansados, pero no derrotados”, ha dicho el vicepresidente de EEUU, JD Vance, quien ha presentado sus credenciales para suceder a Trump como candidato en 2028: “Los radicales de Washington pudieron arrebatarnos muchas cosas, pero no pudieron quitarnos la voluntad de luchar. Por eso, el 5 de noviembre [de 2024] nos unimos y enviamos de vuelta a la Casa Blanca al hijo de puta más duro de la política estadounidense, e hicimos de Donald J. Trump el 47 presidente de Estados Unidos”.

Robert Kennedy Jr, secretario de Sanidad, tampoco se quedó corto en halagos: “Descubrí a un hombre modesto de inteligencia superior, dotado de empatía y compasión, con un conocimiento enciclopédico de los temas hasta el más mínimo detalle molecular y, sobre todo, con una valentía casi temeraria”.

Durante su discurso, un hombre protestó, y JD Vance respondió: “Acabamos de tener a un manifestante interrumpiéndonos y ondeando la bandera de México. Bueno, amigo, si tanto amas a México, vete para allá; yo te pago el billete de avión. Acabamos de descubrir el símbolo de la extrema izquierda: un idiota ondeando una bandera mexicana”.

De acuerdo con un vídeo publicado en X, parece que la persona también portaba una bandera palestina.

La secta alimenta el culto al líder, gobierna la principal potencia mundial y se entrega a los bulos, la deformación de la realidad y una agenda ultra obsesionada en perseguir a los migrantes: entre los miles de asistentes –y los dos centenares de intervinientes– a la convención celebrada en el American Airlines Center, en Dallas, la gran mayoría era blanca, muy blanca, y apenas se ha visto la diversidad racial que se puede observar en cualquier lugar de Estados Unidos, y más aún en Texas, estado fronterizo con México.

El senador Ted Cruz, que jugaba en casa, se entregó a la brocha gorda tan común en estas 48 horas de convención republicana en Dallas: “Tenemos que salvar América. La ley islámica (sharia) no tiene cabida en Estados Unidos. La ley islámica es fundamentalmente incompatible con la Constitución y debemos unirnos para detenerla ahora”.

¿Acaso alguien está pidiendo la sharia en EEUU? ¿Acaso hay algún riesgo de que eso pueda ocurrir? Pero la verdad es lo de menos en el akelarre trumpista de Dallas: apenas un 2% de la población estadounidense en musulmana, y quienes quienes están intentando eliminar la separación entre la Iglesia y el Estado en EEUU e implementar los Diez Mandamientos en las escuelas públicas son cristianos.

Pero Cruz no se quedó ahí: “El odio que mató a Charlie Kirk, que derribó las Torres Gemelas, que provocó dos intentos de asesinato contra el presidente Trump, no hace más que empeorar. Y estamos presenciando una nueva y peligrosa alianza roji-verde: comunistas e islamistas uniéndose. Odian a los cristianos, odian a los judíos, odian el capitalismo, odian la Constitución y odian a Estados Unidos Tras el 11 de septiembre, ¿podría alguien haber imaginado que el camarada Mamdani sería alcalde de Nueva York?”

Lo que no hizo Cruz fue mandar callar al público que gritaba “deberían fusilarlo” mientras mencionaba referentes progresistas: “Cuando Mamdani dice que quiere apoderarse de los medios de producción, lo dice en serio; cuando Abdul El-Sayed dice que tiene la obligación de acatar la ley islámica, lo dice en serio; y cuando James Talarico dice que quiere desmantelar el capitalismo, lo dice en serio”.

Sobre Talarico tampoco hiló muy fino, precisamente, el vicepresidente de EEUU, JD Vance: “Un tipo de esa edad tan obsesionado y centrado en los niños transgénero... no sé vosotros, pero yo jamás querría ver el historial de navegación por internet de ese sujeto. No es un lugar agradable”.

La dimitida secretaria de Prensa de la Casa Blanca, Karoline Leavitt, a su vez, ha adulado a la audiencia: “Se está mejor hablando ante un estadio lleno de patriotas que ante una sala llena de periodistas”.

El presidente de la Cámara de Representantes, Mike Johnson, también se puso dramático: “Nos enfrentamos a las elecciones de mitad de mandato más importantes de la historia. Los demócratas tienen candidatos radicales de extrema izquierda de costa a costa, y van a abolir la policía, las cárceles y la propiedad privada. El Partido Demócrata ha sido tomado por radicales locos de extrema izquierda... Este es un nuevo Partido Demócrata. Están en contra de todo lo que antes defendían. El comunismo parte de la premisa de que no existe Dios. No olviden eso. Es antiamericano”.

Y ha bromeado ante el entusiasmo de los asistentes: “John Quincy Adams es la única persona en la historia de Estados Unidos que se postuló para la Cámara de Representantes después de haber sido presidente. Quizás nuestro actual presidente haga lo mismo”.

El segundo día de la convención ha coincidido con el primer aniversario del asesinato del comentarista ultra Charlie Kirk. Y no podía faltar un religioso, Robert Jeffress, pastor principal de la Primera Iglesia Bautista de Dallas, para alertar de todo tipo de maldiciones bíblicas: “¡El Partido Demócrata defiende el mal! ¡Defiende el pecado! Y debemos llamarlo por su nombre. Las creencias de James Talarico [candidato demócrata al Senado] son erróneas, pero son más que erróneas. ¡Las creencias de James Talarico son blasfemas! ¡Son malvadas! Y no son creencias que ningún verdadero cristiano podría apoyar jamás”.

Quem são os candidatos a governador do Espírito Santo (ES) nas eleições 2026

Os partidos políticos oficializaram quem são os candidatos a governador do Espírito Santo (ES) nas eleições de 2026. Ao todo, cinco políticos disputarão os votos dos eleitores capixabas. Entre eles não consta nenhuma candidatura feminina.

O ex-governador Renato Casagrande (PSB) renunciou ao cargo para ser candidato ao Senado em 2026 e apoiará o atual governador, Ricardo Ferraço (MDB). Ferraço assumiu a chefia do Executivo no dia 2 de abril e será candidato à reeleição ao governo do Espírito Santo (ES) nas eleições 2026.

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O delegado Lorenzo Pazolini (Republicanos), que era prefeito de Vitória, também renunciou ao cargo para ser candidato a governador do Espírito Santo (ES) nas eleições 2026. Ele é apontado como o principal concorrente de Ferraço na disputa eleitoral; ambos aparecem bem nas pesquisas mais recentes.

Os dois representam grupos políticos, projetos e campos ideológicos opostos. Portanto, há grandes chances de polarização da eleição. Em uma convenção do Partido Liberal (PL) o senador Magno Malta, que era cotado como possível candidato ao governo do Espírito Santo (ES), declarou apoio a Pazolini. No mesmo evento o senador oficializou a candidatura da filha, Maguinha Malta (PL), como candidata ao Senado Federal.

Além de Ferraço e Pazolini, também serão candidatos a governador do Espírito Santo nas eleições 2026: Helder Salomão (PT), Breno Barcelos (Missão) e Rafael Demuner (UP).

+JOTAQuem são os candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026

O primeiro turno está marcado para 4 de outubro, com eventual segundo turno previsto para 25 de outubro.

Confira a lista dos candidatos ao governo do Espírito Santo (ES) nas eleições 2026

Ricardo Ferraço (MDB)

Ricardo Ferraço, 62 anos, assumiu o governo do Espírito Santo após a renúncia de Casagrande. Filho de Theodorico Ferraço, histórico político do estado, Ricardo Ferraço foi escolhido pelo ex-governador Renato Casagrande para ser o candidato ao governo do Espirito Santo (ES) do grupo da situação nas eleições de 2026. É natural de Cachoeiro de Itapemirim, município no Espírito Santo onde iniciou a vida pública em 1983 como vereador. Posteriormente, exerceu dois mandatos como deputado estadual, entre 1991 e 1999, chegando a presidir a Assembleia Legislativa do estado. Também foi deputado federal entre 1999 e 2003, vice-governador entre 2007 e 2011 e senador entre 2011 e 2019. Após uma pausa na carreira política, em 2022 foi mais uma vez eleito vice-governador, dessa vez na chapa do governador Casagrande, em 2022. Ele disputará a reeleição em outubro de 2026. O número do candidato Ricardo Ferraço é 15.

+JOTA: Quem são os candidatos a governador do Amapá nas eleições 2026

Breno Barcelos (Missão)

Breno Barcelos, 41 anos, é natural de Vitória (ES) e graduado em engenharia civil pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Iniciou a trajetória política ao integrar o Movimento Brasil Livre (MBL), do qual se tornou coordenador estadual. Filiou-se ao Partido Missão e assumiu a presidência da sigla no Espírito Santo (ES). Agora Breno Barcelos é candidato a governador do Espírito Santo (ES) nas eleições 2026. O número do candidato Breno Barcelos é 14.

Helder Salomão (PT)

Filiado ao Partido dos Trabalhadores desde 1982, o deputado federal Helder Salomão, 61 anos, é professor por formação, com graduação em filosofia e pós-graduação em planejamento educacional. Apesar de ter nascido no município Governador Lindenberg, o professor construiu sua carreira em Cariacica, onde lecionou na rede estadual e, mais tarde, tornou-se vereador, em 1992. Em 2000,  tentou, sem êxito, se eleger prefeito da cidade. Dois anos depois, em 2002, se elegeu deputado estadual. Em 2004, participou novamente das eleições municipais e, dessa vez, se elegeu prefeito de Cariacica, cargo para o qual foi reeleito em 2008. Em 2014 se elegeu pela primeira vez para a Câmara dos Deputados, onde permaneceu desde então após duas reeleições consecutivas. Agora Helder Salomão é candidato a governador do Espírito Santo (ES) nas eleições 2026. O número nas urnas do candidato Helder Salomão é 13.

+JOTA: Quem são os candidatos a senador pelo Espírito Santo (ES) nas eleições 2026

Lorenzo Pazolini (Republicanos)

Até pouco tempo atrás Lorenzo Pazolini ocupava o segundo mandato como prefeito de Vitória, onde nasceu há 43 anos. Ele teve que deixar o cargo para poder ser candidato a governador do Espírito Santo (ES) nas eleições 2026. Advogado por formação e pós-graduado em Gestão de Segurança Pública, o ex-prefeito iniciou na vida pública em 2018, quando foi eleito deputado estadual. Fez carreira anterior na Polícia Civil, onde atuou como delegado, e no Tribunal de Contas do Espírito Santo, onde ocupou o cargo de auditor. Em 2020, foi eleito prefeito da capital capixaba, cargo para o qual foi reeleito em 2024. Lorenzo Pazolini é o candidato do Republicanos a governador do Espírito Santo (ES) nas eleições 2026 e também conta com o apoio do PSD. O número nas urnas de Lorenzo Pazolini é 10.

Rafael Demuner (UP)

Rafael Demuner é servidor público e atua como técnico-administrativo da Faculdade Federal do Espírito Santo (Ufes). Graduado em Letras, iniciou a trajetória política no movimento sindical da Ufes. Na universidade, Demuner participou do comando local de greve e foi eleito representante da categoria nos conselhos superiores da instituição. Agora Rafael Demuner é candidato ao governo do Espírito Santo (ES) nas eleições 2026. O número nas urnas do candidato Rafael Demuner é 80.

Cade aprova venda de serviços telefônicos da Oi para a Método

V.tal, ipv7

A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) decidiu nesta quinta-feira, 10, pela aprovação sem restrições da compra dos serviços telefônicos da Oi pela Método Telecomunicações. A decisão ainda deve ser publicada no Diário Oficial da União

A dor de perder um familiar por suicídio

Há mais ou menos 20 anos perdi meu tio por suicídio. Não lembro exatamente a data, tento não guardar muita informação sobre isso. Lembro da ligação da minha irmã, de ir embora do estágio sem conseguir formar um pensamento, de chegar em casa e olhar para o rosto da minha mãe. Era o único irmão dela. Leia mais (09/10/2026 - 23h13)

Recomeçou mal, Carletto

Depois de o Brasil cair precocemente na Copa do Mundo deste ano, o (ainda) conceituado Carlo Ancelotti, com seu salário de cerca de R$ 6 milhões mensais, adiantou, na volta ao Brasil após férias não merecidas no Canadá, que iniciaria uma reformulação na equipe, descartando veteranos e chamando novatos. Leia mais (09/10/2026 - 23h05)

Série '168 Horas' vira hit inesperado no Instagram com episódios curtos e cara de filme

"168 Horas" é um fenômeno que pegou desprevenidos o público e seus criadores. Com três semanas no ar e nenhuma divulgação, a série arrebatou ao menos 616 mil inscritos na página da Jimer Play (@jimerplay no Instagram) e uma torcida ansiosa pelo desenlace da história entre um sujeito que tenta o suicídio e a moça que pede uma semana -as horas do título- para fazê-lo mudar de ideia. Leia mais (09/10/2026 - 23h03)

Fachin solicita que Mendonça retire o sigilo de parte das investigações sobre o Banco Master

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, solicitou ao ministro André Mendonça, na noite desta quinta-feira (10/9), a retirada do sigilo de parte importante das investigações do Banco Master. Fachin pede que Mendonça ressalve os casos de precisem de diligências que exijam sigilo. O JOTA apurou que Mendonça irá atender o pedido nos termos feitos pelo presidente da Corte.

Fachin solicita também que Mendonça envie uma cópia em HD das investigações para a presidência do STF e os gabinetes dos demais ministros. Fachin justifica o pedido por conta da sessão extraordinária de terça-feira (15/9), em que os ministros devem definir se abrem ou não investigação sobre a relação do ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, preso preventivamente por fraudes no Banco Master. O pedido é para que seja retirado o sigilo da PET 15.556, na qual foi decidida a prisão de Vorcaro e que se desdobra na investigação que se chegou ao nome de Moraes. Leia a íntegra do despacho de Fachin na PET 16.704.

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Nos últimos dias têm aumentado a pressão para a retirada do sigilo do Banco Master. A justificativa é que o fim do sigilo pode estancar os vazamentos seletivos da investigação em período eleitoral. Uma das vozes que engrossou esse discurso foi o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que chegou a fazer esse pedido em uma rede social.

As investigações do Banco Master, controlado pelo empresário mineiro Daniel Vorcaro, começaram em 2025, por suspeitas de fraudes contábeis e um modelo de captação considerado insustentável. O banco tinha envolvimento com pelo menos 18 fundos de pensão do funcionalismo público de estados e municípios.

Em 18 de novembro de 2025, a Polícia Federal prendeu Vorcaro no Aeroporto de Guarulhos, sob a alegação de que tentava deixar o país — a prisão ocorreu um dia após o anúncio de que uma holding financeira compraria o banco.

Durante as investigações, a Polícia Federal chegou a várias relações de Vorcaro com autoridades, inclusive ministros do STF, como Dias Toffoli, até então, o relator do caso. Envolto na crise, o ministro deixou o comando das investigações e, por sorteio, André Mendonça tornou-se o novo relator.

A crise se agravou quando ficou público relatório da Polícia Federal, feito a mando do ministro André Mendonça, que mostrou que o ministro Alexandre de Moraes trocou mensagens e se encontrou com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, preso preventivamente por fraudes no Banco Master.

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Com os achados da PF, Mendonça pediu para o presidente do STF, Edson Fachin, abrir investigação contra o colega. Em resposta à investida de Mendonça, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, disse que a apuração é nula porque o plenário não foi consultado sobre a investigação, conforme determina a lei.

Na sequência, Moraes também pediu a abertura de um inquérito contra Mendonça alegando “fortes indícios da prática de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade” com quebra da imparcialidade judicial e favorecimento a determinados grupos políticos. O pedido se deu no polêmico inquérito das fake news.

Pressionado pelos colegas, Palácio do Planalto e pela guerra de liminares entre ministros, o presidente do STF, Edson Fachin, tomou uma série de medidas para tentar estancar a crise na quarta-feira (9/9). Entre elas a retirada de Alexandre de Moraes da relatoria do inquérito das fake news, que passa a ser gerido pela presidência, e a suspensão das liminares dos ministros André Mendonça e Flávio Dino – o primeiro afastou o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o segundo, o reintegrou.

Fachin também marcou para o dia 15 de setembro o julgamento sobre o pedido de abertura de investigação contra Moraes pelas mensagens trocadas com o ex-banqueiro, Daniel Vorcaro, e os supostos encontros.

Quem são os candidatos a senador por Minas Gerais (MG) nas eleições de 2026

Dezessete políticos são candidatos a senador por Minas Gerais (MG) nas eleições de 2026. Neste ano, os eleitores de cada estado precisarão eleger dois novos parlamentares para o Senado Federal. 

Cada unidade da federação possui três cadeiras na casa, totalizando 81 senadores que cumprem mandato de 8 anos. Apenas um dos três ocupantes do cargo por Minas Gerais, permanece na cadeira até 2031: o senador Cleitinho (Republicanos), agora candidato ao governo de Minas Gerais (MG).

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Já os senadores Rodrigo Pacheco (PSB) e Carlos Viana (PSD) estão no final do mandato. Viana será candidato à reeleição ao Senado por Minas Gerais (MG), enquanto Pacheco se tornou ministro do Tribunal de Contas da União (TCU).

A disputa no estado está aberta e pulverizada. Entre os principais nomes estão a ex-prefeita de Contagem Marília Campos (PT), ligada ao palanque do presidente Lula (PT); o deputado federal Aécio Neves (PSDB); Carlos Viana; o deputado federal Domingos Sávio (PL), apoiado por Flávio Bolsonaro; e o ex-secretário estadual Marcelo Aro (PP).

+JOTA: Quem são os candidatos a presidente da República nas eleições 2026

A base do governador Mateus Simões (PSD) chega dividida: além de Viana, o governador apoia Marco Antônio Costa (Novo), enquanto Aro concorre de forma avulsa, sem o endosso formal de Simões.

Também são candidatos a senador por Minas Gerais (MG) nas eleições 2026: Ana Luiza do MLB (UP), Arcanjo Pimenta (MDB), Áurea Carolina (PSOL), Carlin Moura (Avante), Fidélis Alcântara (UP), Jordano Carvalho (PSTU), Manoel Carvalho (MDB), Marcelo Heringer (PDT), Ramon Moreira (DC), Sebastião de Oliveira Pessoa (PCO) e Victoria Mello (PSTU).

O primeiro turno das eleições de  2026 será realizado no dia 4 de outubro. Não há segundo turno para eleição de senadores.

Confira a lista dos candidatos a senador por Minas Gerais (MG) em 2026

Carlos Viana (PSD)

O senador Carlos Alberto Dias Viana, 63 anos, é natural de Braúnas (MG) e graduado em jornalismo. O político iniciou a trajetória na política em 2018, com a onda de apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro. Filiou-se ao Partido Humanista da Solidariedade (PHS), candidatou-se e foi eleito para o Senado junto com Rodrigo Pacheco (PSB). Foi candidato ao governo de Minas Gerais nas eleições 2022, quando terminou em terceiro lugar. Nas eleições seguintes, em 2024, foi candidato a prefeito de Belo Horizonte, também sem sucesso. No Senado, foi presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do INSS. Carlos Viana será candidato à reeleição ao Senado por Minas Gerais (MG) nas eleições 2026.

Aécio Neves (PSDB)

Natural de Belo Horizonte, Aécio Neves, 66, é deputado federal ex-governador de Minas Gerais, ex-senador, e ex-presidente da Câmara. Foi candidato à Presidência em 2014. Ocupa cargos públicos há quase quatro décadas, desde os 27 anos. Chega à disputa pelo Senado em 2026 após uma sequência de idas e vindas. Neves anunciou, no início de agosto, que não disputaria nenhum cargo. Poucas semanas depois, com a retirada de outros candidatos da coligação, Aécio Neves mudou de posição. Ele é candidato a senador por Minas Gerais (MG) nas eleições 2026 e justificou a “mudança de rota” pela necessidade de ampliar a força de Minas Gerais em Brasília, especialmente nas negociações sobre a dívida do estado.

Ana Luiza do MLB (UP)

Ana Luiza Cardoso Macedo, 42 anos, é ativista social e atua como militante do Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB). Tem atuação junto a movimentos comunitários, com discurso pautado no direito à moradia popular, defesa de direitos sociais e promoção de políticas públicas direcionadas às populações de baixa renda. Agora Ana Luiza é candidata a senadora por Minas Gerais (MG) nas eleições 2026.

Arcanjo Pimenta (MDB)

Arcanjo Pimenta (MDB), 61 anos, é advogado, empresário, gestor público e militante do movimento negro. Natural de Belo Horizonte, ele é presidente do MDB Afro em Minas Gerais, está filiado ao partido há cerca de quatro décadas e coloca a ampliação da representatividade negra entre as principais bandeiras de sua candidatura. Já concorreu a vereador de Belo Horizonte, em 2008, e a deputado federal, em 2022, sem se eleger. Agora Arcanjo Pimenta é candidato a senador por Minas Gerais nas eleições 2026.

Áurea Carolina (PSol)

Áurea Carolina de Freitas e Silva, 42 anos, é natural de Tucuruí (PA), mas cresceu em Belo Horizonte. Ativista e mestre em ciências políticas pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Áurea Carolina começou sua trajetória política aos 23 anos, quando se tornou conselheira municipal da juventude em Belo Horizonte. Por meio da campanha coletiva Muitas, foi eleita vereadora da capital mineira, com a maior votação da Câmara municipal. Nas eleições de 2018, candidatou-se e foi eleita como deputada federal pelo do PSol. Em 2020, se candidatou à Prefeitura de Belo Horizonte, mas ficou em quarto lugar na disputa. Em 2022, Áurea Carolina não foi candidata a nenhum cargo eletivo, mas agora será candidata a senadora por Minas Gerais (MG) nas eleições 2026.

+JOTA: Quem são os candidatos ao governo de Minas Gerais (MG) nas eleições 2026

Carlin Moura (Avante)

Carlos Magno de Moura Soares, 58 anos, é natural de Virgolândia (MG) e graduado em Direito e jornalismo. Iniciou a trajetória política no movimento estudantil e atuou como como vice-presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE). Foi eleito vereador de Contagem (MG) em 2004. Em 2006 elegeu-se deputado estadual, cargo para o qual foi reeleito em 2010. Em 2012 foi eleito prefeito de Contagem e governou o município de 2013 a 2016. Em 2020 foi novamente eleito vereador de Contagem. Agora Carlin Moura será primeira vez candidato ao Senado por Minas Gerais (MG) nas eleições 2026.

Domingos Sávio (PL)

Domingos Sávio Campos Resende, 69 anos, natural de São Tiago (MG) é médico veterinário, atual presidente do Partido Liberal (PL) em Minas Gerais e ocupa o quarto mandato como deputado federal na Câmara dos Deputados. Domingos Sávio foi eleito deputado estadual por Minas Gerais em 2003 e reeleito em 2006. Seu primeiro mandato como deputado federal foi em 2010 pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). Em 2022, migrou para o PL. Agora Domingos Sávio foi anunciado oficialmente pelo PL como candidato ao Senado por Minas Gerais (MG) nas eleições 2026.

Fidélis Alcântara (UP)

Fidélis Alcântara, natural de Coluna (MG), é escritor e publicitário. Iniciou a trajetória política em movimentos sociais ligados ao direito à cidade, à moradia e aos direitos humanos. Foi filiado ao PSOL e em 2014 candidatou-se ao cargo de governador de Minas Gerais (MG) – pleito para o qual não foi eleito. Agora, Fidélis Alcântara é candidato a senador por Minas Gerais (MG) nas eleições 2026. 

Jordano Carvalho (PSTU)

Jordano Carvalho, 52 anos, é metalúrgico, dirigente do Sindicato dos Metalúrgicos de São João del-Rei e militante da CSP-Conlutas. Natural de São João del-Rei, iniciou a trajetória política ao concorrer a governador de Minas Gerais (MG) nas eleições 2018, cargo para o qual não foi eleito. Concorreu para vereador nas eleições de 2020, vice-governador em 2022 – na chapa de Vanessa Portugal – e em 2014 foi candidato a vereador de São João del-Rei, mas também não obteve sucesso em nenhum dos pleitos. Agora Jordano Carvalho será candidato ao Senado por Minas Gerais (MG) nas eleições 2026.

Manoel Carvalho (MDB)

Manoel Teodoro Pereira de Carvalho Filho, 49 anos, é zootecnista, empresário e produtor rural, além de vice-prefeito de Muriaé, na Zona da Mata. Foi eleito vereador do município em 2012 e 2016 e também comandou a Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente. Em 2020, concorreu à Prefeitura de Muriaé, mas não se elegeu; quatro anos depois, venceu a disputa como candidato a vice-prefeito. Agora Manoel Carvalho é candidato ao Senado por Minas Gerais (MG) nas eleições 2026.

Marcelo Aro (PP)

Marcelo Guilherme de Aro Ferreira, de 38 anos e natural de Belo Horizonte, é advogado, jornalista e mestre em Direito Constitucional. Aro é filho do deputado estadual Zé Guilherme e da vereadora de Belo Horizonte, Professora Marli. Foi eleito em 2012 como vereador pela capital mineira. Em 2014, foi eleito deputado federal, tendo sido reeleito na eleição seguinte. O deputado foi anunciado em abril de 2023 como secretário chefe da Casa Civil do governo de Romeu Zema, em Minas Gerais, e desde 2025, era secretário de Estado de Governo. Agora Marcelo Aro é candidato a senador por Minas Gerais (MG) nas eleições 2026.

Marcelo Heringer (PDT)

Marcelo Heringer tem 59 anos, é médico e nasceu em Manhumirim, na Zona da Mata mineira. Irmão do deputado federal e presidente do PDT mineiro, Mário Heringer, já disputou a vice-prefeitura de Durandé, uma vaga de deputado estadual em 2018 e 2022 e a prefeitura de Manhumirim em 2024, sem se eleger. Agora Marcelo Heringer será candidato ao Senado por Minas Gerais (MG) nas eleições 2026.

Marco Antônio Costa (Novo)

Marco Antônio Costa é advogado, comentarista político e comunicador. Filiado ao Partido Novo, ganhou notoriedade por ser comentarista na Rádio Jovem Pan – período em que foi apelidado como “Superman”. Anteriormente foi filiado ao Partido Liberal (PL). Agora Marco Antônio é candidato ao Senado por Minas Gerais (MG) nas eleições 2026 e disputará o seu primeiro pleito.

Marília Campos (PT)

Marília Aparecida Campos, 64 anos, é natural de Ouro Branco (MG). Psicóloga graduada pela UFMG é uma das fundadoras do PT na região. Durante 1990 a 1995, foi presidente do Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte. Foi candidata à Prefeitura de Contagem (MG) em 1996, mas ficou em terceiro lugar. Dois anos depois, em 1998, Marília foi candidata a deputada estadual. Em 2000, foi eleita vereadora de Contagem. Dois anos depois, deixou o cargo após ser eleita como deputada estadual. Campos foi eleita em 2004, para o primeiro mandato como prefeita de Contagem, tendo sido reeleita na eleição seguinte. Em 2014, deixou a prefeitura e foi eleita deputada estadual. Quatro anos depois foi novamente reeleita. Dois anos depois, voltou à prefeitura de Contagem e teve dois mandatos consecutivos, em 2020 e em 2024, que ocupou até março deste ano. Agora Marília Campos será candidata ao Senado por Minas Gerais (MG) nas eleições 2026.

Ramon Moreira (DC)

Ramon Moreira é juiz aposentado e ocupa o cargo da presidência estadual do Democracia Cristã (DC) em MG. Em 2020 foi candidato a prefeito de Campo Belo (MG) – sua cidade natal – e, nas eleições 2022 concorreu a deputado federal, não sendo eleito em nenhum dos pleitos. Agora, Ramon Moreira é candidato ao Senado por Minas Gerais (MG) nas eleições 2026.

Sebastião de Oliveira Pessoa (PCO)

Sebastião de Oliveira Pessoa, 60 anos, é natural de Alpinópolis (MG). Iniciou a trajetória política no final da década de 1980 como militante do movimento estudantil em Belo Horizonte. Filiou-se ao Partido da Causa Operária (PCO) em 2017. Em 2018 e 2022 disputou as eleições para o cargo de vice-governador de Minas Gerais (MG), não sendo eleito em nenhum dos pleitos. Foi candidato a prefeito de Contagem nas eleições 2024, porém não foi eleito novamente. Agora Sebastião Pessoa é candidato a senador por Minas Gerais (MG) nas eleições 2026.

Victoria Mello (PSTU)

Victoria de Fátima Mello, 70 anos, é natural de Santo Antônio do Pinhal (SP). É servidora pública e iniciou a trajetória política no movimento sindical da educação. Foi integrante da direção do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE). Em 2022 foi candidata a suplente ao Senado e em 2014 concorreu à Prefeitura de Juiz de Fora (MG), porém não obteve sucesso em nenhum dos pleitos. Com discursos pautados na defesa do funcionalismo público e dos trabalhadores, Victoria Mello é candidata ao Senado por Minas Gerais (MG) nas eleições 2026.

Insegurança: quando a violência toma novas e velhas formas - Durma com Essa: Eleições 2026

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Levantamentos da Quaest têm apontado que a violência é a principal preocupação dos brasileiros nos meses que antecedem a eleição. O medo está em alta mesmo com a tendência de queda dos homicídios no país em anos recentes. O quinto Durma com Essa da temporada especial sobre as Eleições 2026 destrincha o quadro da violência no Brasil e traz análises sobre a relação entre o sentimento de insegurança e o crime organizado. Também entra no papel que a violência contra as mulheres e aquela cometida por forças policiais têm nesse cenário. O episódio conta com a participação de Camila Nunes Dias, professora da UFABC (Universidade Federal do ABC) e pesquisadora do NEV-USP (Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo); e de Carolina Ricardo, diretora-executiva do Instituto Sou da Paz.



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Apresentação: Marcelo Roubicek e Mariana Vick
Roteiro: Marcelo Roubicek
Edição de texto: Mariana Vick
Pesquisa: Victoria Rengel
Edição de áudio: Brunno Bimbati
Produção de arte: Yasmin Menezes
Ilustração: Lua Lopes
Distribuição: Paulo Cantalice e Pedro Bardini
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