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Upgrade to Fedora 44 from Fedora 43 Workstation (GUI and CLI)

Here’s are the quick steps on how you can upgrade to the Fedora 44 version. Fedora 44 is officially available for download and the upgrade channels are now available. This release brings the latest and greatest GNOME 50 desktop for workstation editions, refinements to KDE Plasma desktop and more updates. If you are trying to...

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Juan José Panno

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👉Figura mitológica del periodismo, Juan José Panno cubrió nueve mundiales de fútbol y acaba de publicar «Todas las voces todas», un libro sobre relatores del deporte. Los cambios en la prensa y los sonidos de la pelota que resisten.

Nota completa y video en accion.coop

#futbol #mundialdefutbol #RelatoDeportivo #periodismo #accioncoop

Pompeyo Audivert

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👉Actor, director y dramaturgo, Pompeyo Audivert combina la indagación conceptual con una energía salvaje en escena. El regreso al Centro Cultural De La Cooperación con Unidad básica y Edipo en Ezeiza.

✍Escribe Bárbara Schijman
Nota completa y video en accion.coop

#Actuacion #Entrevista #cultura #periodismo #accioncoop

A pólis-floresta

Retorno à maloca (2024), de Gustavo Caboco. Foto: Julia Thompson

As florestas ocupam um lugar singular no pensamento ocidental. Conta o mito de Roma, a grande metrópole da Antiguidade, que a cidade nasceu numa clareira aberta nas velhas florestas do monte Capitolino. “Aqueles que adentraram os limites cívicos refugiaram-se ali das florestas, que se tornaram uma fronteira ou margem contra a qual o espaço cívico foi definido”, escreve Robert Pogue Harrison no seu estudo de 1992, Forests: The Shadow of Civilization [Florestas: a sombra da civilização]. “Na religião romana, o deus das fronteiras sagradas era Silvano, divindade da natureza selvagem”, continua o historiador. “A cidade e a floresta eram, assim, rigorosamente separadas.”

O mito do nascimento de Roma – uma imagem das origens da própria civilização ocidental – se fundamenta numa oposição culturalmente específica entre floresta e cidade, ou seja, entre os humanos e o meio ambiente, que dá forma ao pensamento ocidental. Nessa dicotomia, as florestas são a antítese do mundo humano, o espaço contra o qual a civilização é definida. O domínio da humanidade e do social – e, por extensão, da política, da lei, da ciência, da arte, da história e da arquitetura – é a cidade, e a cidade se opõe à floresta tanto como ambiente quanto como um espaço político-cívico (a pólis).

Esse entendimento binário de cidade e floresta teve implicações diretas no modo como a arquitetura foi concebida e praticada durante o grande arco da modernidade colonial ocidental, do Renascimento ao Modernismo. Desse ponto de vista dominante, a arquitetura foi pensada como uma forma de conhecimento que opera para separar os humanos do ambiente, desenhando as fronteiras – simbólicas e materiais – de um espaço social que existe em oposição à natureza. Isso também acarretou uma concepção de arquitetura como uma série de práticas e tecnologias cujo objetivo é dominar e domesticar a natureza.

A representação canônica dessa visão é a imagem de frontispício da “cabana rústica” que ilustra Essai sur l’architecture [Ensaio sobre a arquitetura], publicado em 1755 por Marc-Antoine Laugier.1 No contexto do papel central desempenhado pelas figurações do “primitivo” na filosofia e na cultura ocidentais na Europa do século 18, Laugier se interessou pelas origens do abrigo humano. Desenhada por Charles-Dominique-Joseph Eisen, a alegoria de uma versão primordial da “casa do homem” representa uma mistura de árvores e construção, uma estrutura ainda viva, mas já dominada e ordenada pela racionalidade humana, ocupando um espaço intermediário entre mundo natural e mundo social, floresta e cidade, botânica e arquitetura.

No século 19, esse imaginário assumiu uma nova função. No contexto da expansão colonial europeia e do advento das teorias raciais modernas de evolução social, a “cabana primitiva” tornou-se análoga à arquitetura indígena que os europeus brancos encontraram no sul global colonial. Em Die vier Elemente der Baukunst [Os quatro elementos da arquitetura], de 1851, Gottfried Semper identificou o edifício primitivo arquetípico na “cabana caribenha”, ou seja, a arquitetura dos nativos das Índias Ocidentais, à época sob domínio britânico e francês. Na exposição L’Histoire de l’habitation humaine [História da habitação humana] no Grand Palais, em Paris, em 1889, Charles Garnier incluiu maquetes das habitações dos povos da floresta como demeures primitives [residências primitivas] para representar as origens do abrigo humano. A história da arquitetura moderna é cheia de exemplos de apropriações coloniais da primitividade.2

Nascida no espaço intermediário entre floresta e cidade, botânica e arquitetura, natureza e cultura, a “cabana primitiva” foi de alegoria filosófica a fato etnográfico. Virou evidência de um suposto estágio inferior da evolução social dos povos das florestas tropicais, conferindo credibilidade ao evolucionismo racista que se cristalizou no pensamento e na ciência ocidentais modernos. Exibida em vários meios de comunicação e exposições nos centros do poder imperial, a “arquitetura primitiva” também forneceu um artefato cultural a ser consumido pelo novo público urbano das cidades industriais europeias, numa narrativa que assegurava a superioridade da raça branca e, consequentemente, a legitimidade do colonialismo.

Na condição de construção epistêmica, a caracterização da arquitetura indígena como primitiva corresponde à visão científica de que as florestas tropicais constituíam os lugares mais antigos e intocados da Terra. No século 19, quando o imaginário da “cabana primitiva” foi incorporado à teoria arquitetônica moderna, todo um novo entendimento do ambiente global estava sendo desenvolvido nas ciências naturais modernas, notadamente na obra totêmica de Alexander von Humboldt. Florestas tropicais, em especial a Amazônia, se tornaram a representação idealizada do que a ciência ocidental definiu como natureza com N maiúsculo.

Do mesmo jeito que forneceu evidências das origens da civilização e da cultura, a arquitetura – ou melhor, a falta dela – passou a fornecer evidências dessa visão da Natureza natural. O suposto fato etnográfico de que os povos da floresta viviam em habitações primitivas, sem nunca terem construído estruturas arquitetônicas e urbanas complexas, foi visto como prova de que não tinham meios tecnológicos para dominar e modificar o ambiente de maneira significativa. Logo, as florestas tropicais teriam ficado intactas em sua evolução histórica natural, como relíquias ecológicas de um passado pré-humano.

É por isso que, nos tratados clássicos da história natural do século 19, como Historia naturalis palmarum [História natural das palmeiras], de Carl von Martius, publicada entre 1823 e 1850, os povos indígenas e suas habitações foram quase completamente apagados da paisagem. Poucos dos encantadores desenhos botânicos de Von Martius incluem representações das comunidades indígenas que viviam nos territórios amazônicos onde ele estudou as palmeiras, e que certamente foram responsáveis por ensiná-lo sobre suas propriedades botânicas. Quando os nativos aparecem, são representados em pequenos bandos de tribos nômades, figurando como mais um objeto natural na paisagem, subsumidos pela pura força da natureza tropical, quase desaparecendo na frente das majestosas palmeiras. Não há arquitetura, só botânica.

Direta ou indiretamente moldado por discursos e imaginários sobre arquitetura, mesmo que por meio de sua ausência, esse conceito de natureza-sociedade não apenas se provou dominante na construção epistêmica e cultural da modernidade ocidental como também serviu de instrumento ideológico do colonialismo. Se os povos da floresta viviam nos estágios iniciais da evolução social, limitados pelo ambiente tropical em suas habitações primitivas, o imperialismo europeu poderia se revestir da missão moral de levar a civilização a povos supostamente atrasados. Na medida em que essas florestas permaneciam selvagens, elas deveriam ser domesticadas, estudadas e exploradas pela racionalidade moderna, tornando-se arquitetura e cidade.

Em outras palavras, o mito de Roma, com a sua dicotomia cidade enquanto civilização e floresta enquanto natureza, ganhou uma dimensão global imperialista. O que os exploradores e cientistas brancos viram na Amazônia foi uma paisagem que aparentemente não mostrava sinais de ocupação humana extensiva. Essa visão da natureza resultava das forças destrutivas da conquista colonial. Estima-se que, entre 1492 e 1650, a população ameríndia tenha sido drasticamente reduzida, particularmente nas áreas de floresta tropical, onde a população nativa diminuiu mais de 90% só no primeiro século de colonização.3 Assim, a paisagem construída das cidades amazônicas desapareceu lentamente à medida que a floresta tomava conta dos povoados e cidades. Já que exploradores e naturalistas não encontraram vestígios arqueológicos na floresta tropical, como tinha sido o caso em outras áreas da expansão imperial europeia, interpretaram isso como evidência da natureza intocada da floresta.

Durante o século 20, esse entendimento científico da Amazônia foi reforçado por trabalhos pioneiros na arqueologia amazônica, em especial a pesquisa de Betty Meggers nas décadas de 1950 e 1960. Ao contrário do habitat florestal idílico do bom selvagem, a arqueóloga norte-americana descreveu a Amazônia como um “paraíso falso”, dotada de riqueza natural extraordinária, inadequada para assentamentos humanos, e de uma biodiversidade magnífica, implacavelmente adversa ao desenvolvimento tecnológico. Essa foi a razão, Meggers argumentou, para a ausência de grandes estruturas arqueológicas significativas, como as encontradas em outros lugares de ocupação humana antiga.

O problema dessa interpretação, conforme formulou o arqueólogo Michael Heckenberger numa entrevista que fiz com ele há alguns anos, é tomar a ausência de evidência como evidência de ausência, conservando a estrutura enraizada no evolucionismo racial determinista, que vê as sociedades indígenas como atrasadas. Com base na crítica radical ao pensamento eurocêntrico apresentada por Pierre Clastres na década de 1960, Heckenberger contesta essa noção de falta: “Na Amazônia, os povos indígenas sempre foram definidos com base na falta de alguma coisa. Eles não têm escrita, animais domesticados nem cidades – eles não têm isso, eles não têm aquilo. Logo, são inferiores às sociedades que têm essas coisas.”4

Heckenberger argumenta que a questão não é que as sociedades amazônicas não tenham cidades, mas que os arqueólogos e exploradores coloniais europeus estavam em busca de uma ideia de cidade baseada na experiência ocidental: “Numa grande cidade-oásis, todos se concentram num único lugar, e, assim, os edifícios ficam mais altos, e as ruas, mais pavimentadas. Essa é a cidade da experiência histórica ocidental […]. As conurbações que não se enquadram nessa ideia de urbanidade são consideradas ‘não tão avançadas ou complexas’.”5 Autor do fundamental The Ecology of Power [A ecologia do poder],6 Heckenberger faz parte de uma geração de arqueólogos e botânicos que, desde os anos 1980, vem descobrindo novos caminhos para desvendar o passado das antigas civilizações florestais da Amazônia.

Nas várzeas do Baixo Amazonas, vastos sítios arqueológicos ligados a solos de terra preta indicam que a Amazônia central era ocupada por povoados complexos e populosos antes da invasão europeia. Observados em conjunto, esses sítios formam o que Eduardo Góes Neves descreve como um “sistema mundial” composto de diversos grupos sociais interconectados por redes geográficas de relações culturais e comerciais.7 Na Amazônia ocidental, Denise Schaan e sua equipe de pesquisadores mapearam centenas de terraplanagens monumentais que revelaram a existência de infraestruturas pré-colombianas construídas por meio de grandes engenharias da terra, que chamaram de “cultura dos geoglifos”.8 No seu trabalho com os Ka’apor da Amazônia oriental, William Balée mostrou que grandes áreas da Amazônia comumente interpretadas pelas ciências botânicas clássicas como florestas naturais “primárias” são na verdade artefatos culturais antropogênicos, produzidos por sistemas indígenas sofisticados de manejo da terra ao longo de centenas de anos.9

As escavações de Heckenberger no Alto Xingu, no centro-sul da Amazônia, revelaram vestígios arqueológicos impressionantes de um sistema regional de aldeias fortificadas, estradas, pontes, campos agrícolas e jardins florestais. Esse sistema seguia uma estratégia espacial planejada, que Heckenberger define como “urbanismo galáctico”. “Era simplesmente impossível se perder na paisagem pré-colombiana do Xingu. Não é bem o centro de Manhattan, mas se parece mais com o centro de Manhattan do que com uma pólis grega comum […]. Em muitos aspectos, o sistema do Xingu era mais complexo e sofisticado em termos de tráfego, planejamento e integração do que a pólis grega ou a cidade medieval.”10

Nos anos 1990 e no começo dos anos 2000, quando essas descobertas começaram a ser publicadas em artigos acadêmicos, a arqueologia na Amazônia era bastante limitada pelas técnicas de escavação tradicionais, que são muito difíceis de conduzir no ambiente denso e úmido da floresta tropical. Mais recentemente, com o desenvolvimento de tecnologias como imagens de radar e varredura a laser, o campo atingiu novos patamares, e estamos conhecendo paisagens urbanas ainda mais impressionantes e gigantescas em várias áreas da floresta amazônica.11

Essas novas descobertas arqueológicas mostram que a Amazônia pré-colombiana, ao contrário da perspectiva colonial que enquadrava os povos indígenas como construtores primitivos e a floresta como intocada, era um território tão manipulado, socialmente construído e urbanizado quanto outras regiões geográficas do mesmo período. As ruínas sempre estiveram lá, só que os exploradores europeus não conseguiam vê-las, porque eram diferentes do que conheciam. A Amazônia era urbana, mas o tipo de sistema urbano desenvolvido pelas sociedades florestais é uma forma de urbanidade fundamentalmente diferente.

A arqueologia e a arquitetura têm afinidades estruturais enquanto campos do conhecimento. Aprender com as ruínas é um recurso fundamental da arquitetura, um gesto que moldou o imaginário cultural e político da disciplina ao longo da história. Do papel central que as ruínas romanas tiveram no Renascimento aos desenhos modernistas da Acrópole feitos por Le Corbusier, a arquitetura muitas vezes adotou um “olhar arqueológico” na busca por recursos conceituais e estéticos que informassem o contemporâneo.

Uma coisa que podemos aprender com as ruínas das antigas cidades amazônicas é como as sociedades que as construíram desenvolveram formas extremamente sofisticadas de trabalhar em colaboração com a natureza. Não só no que diz respeito à integração da floresta em suas cidades, mas também, e ainda mais importante, à invenção de métodos e tecnologias de desenho da paisagem, planejamento urbano e arquitetura voltados para a produção de florestas, o aprimoramento dos ciclos naturais e a biodiversidade.

Heckenberger explica que cada elemento espacial do “urbanismo galáctico” xinguano – cidades e vilas, estradas, infra-estruturas, campos agrícolas e de lavoura itinerante, reservas florestais etc. – estava integrado a um sistema socioecológico de ciclo de materiais que “literalmente transformou a floresta num tipo diferente de floresta”.12 As florestas urbanizadas da bacia do Xingu não eram só “antropogênicas na origem, mas intencionalmente construídas e administradas”13 – constituindo, segundo ele, as “cidades-jardim” originais, a exemplo dos modelos modernos projetados por Ebenezer Howard, urbanista socialista britânico e um dos fundadores do “garden city movement” no início do século 20.14

Interpretações similares sobre a função ecológica dos sistemas de manejo da terra desenvolvidos pelas sociedades amazônicas aparecem nos estudos pioneiros de William Balée. Esses sistemas “são uma espécie de reflorestamento indígena”, argumenta Balée, “na medida em que a riqueza das espécies das florestas altas está sendo substituída por uma riqueza equivalente das florestas secundárias por meio da mediação cultural”. Eles promovem o aumento da biodiversidade, transformando a floresta “em um domínio biocultural ainda mais complexo, tanto analítica quanto empiricamente”.15 Assim, essas paisagens projetadas têm a aparência de natureza intocada, uma vez que não apresentam diferenças visíveis em relação às florestas “primárias”.

A arquitetura e o urbanismo também podem aprender com as sociedades amazônicas como essa integração tão precisa do ambiente natural às paisagens construídas parece ser o resultado de uma estratégia de planejamento que não opera de acordo com as separações binárias entre floresta e cidade, selvagem e domesticado, natureza e cultura, que fundamentam o pensamento ocidental. Em vez de se oporem à floresta, como no caso do modelo romano, as cidades amazônicas foram tecidas a partir da floresta. “Claude Lévi-Strauss descreveu as casas amazônicas mais como cestos do que como aquilo que poderíamos conceber como uma estrutura real”, diz Heckenberger. “Elas são tecidas a partir de paisagens inteiras; são tecidas a partir da natureza, em vez de serem marteladas sobre ela.”

No urbanismo das antigas cidades amazônicas, as fronteiras entre a floresta e a cidade nunca são claramente demarcadas. Mais do que isso, também parecem ser irrelevantes para definir o espaço sociopolítico da “pólis”. Como mostra Philippe Descola em seu estudo seminal Para além de natureza e cultura, apesar de suas ambições imperiais, a dicotomia natureza-cultura que caracteriza o pensamento colonial moderno ocidental não é universal, mas uma maneira particular, geograficamente situada e culturalmente circunstancial de ver e interpretar o mundo. A grande maioria dos povos da floresta, particularmente na Amazônia, estende o reino do social à natureza, integrando todos os tipos de seres não humanos num espaço cívico comunitário.16

Dessa perspectiva, os fundamentos da cidade não se opõem à natureza, mas constituem um espaço social ampliado que transcende a divisão entre natureza e cultura. Podemos conceber uma mitologia da cidade que não se oponha à floresta, mas que esteja entrelaçada a ela? Em vez de ver a floresta como um ambiente desprovido de cidade, talvez devêssemos ampliar e transformar o próprio conceito de cidade. Aprendendo com as ruínas da Amazônia, outra imagem da cidade se torna visível, uma imagem que a história, a prática e o conhecimento arquitetônicos podem ter dificuldade em reconhecer, porque a sua imaginação foi confinada dentro das paredes epistêmicas da cidade ocidental.

Esse conhecimento espacial está vivo na memória e nas práticas cotidianas dos povos indígenas da Amazônia. Vários estudos científicos apontam que as terras indígenas são as reservas ecológicas mais preservadas num planeta que caminha para o colapso climático. Elas são preservadas porque carregam o conhecimento do urbanismo ecológico desenvolvido pelas civilizações indígenas desde arqueologias imemoriais.

A reconfiguração urgente da nossa compreensão do social em prol de uma relação mais horizontal e menos destrutiva com a natureza passa por reconceituar a pólis como floresta e descolonizar a ideia de cidade. No contexto da ordem mundial pós-mudança climática, a Amazônia nos convida a imaginar um mito diferente da pólis – isto é, do espaço cívico-político da sociedade –, onde o ato fundacional não se baseia no desmatamento da floresta, como na mitologia de Roma, mas na prática contínua do seu cultivo.

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serrote 52

Carta do editor

Ensaio é dissidência. Em tema, forma ou ambos, toma distância de convenções literárias, opiniões confortáveis ou expectativas óbvias, como o demonstram por diferentes caminhos, épocas e abordagens as autoras e os autores desta edição. ¶ Hábil em borrar fronteiras entre ficção e real, Emmanuel Carrère narra com maestria as histórias paralelas da protagonista de “A vida de Julie” e da fotógrafa que acompanha seus passos anos a fio. ¶ Cristiane Costa rastreia em documentos e livros os fracassados planos do Exército brasileiro para reescrever Os sertões, tentativa de expurgar da história da corporação seus profundos vínculos com a barbárie. ¶ Na Itália da década de 1960, Pier Paolo Pasolini enfrenta as novas encarnações do fascismo ao responder, por quase cinco anos, as cartas de leitores da Vie Nuove, revista do Partido Comunista. ¶ A partir de um episódio de sua infância, Élvio Cotrim reflete sobre a politização da vergonha em Annie Ernaux, Didier Eribon e Édouard Louis. ¶ Literatura também é o guia de Garth Greenwell na complexa e conflituosa relação que pessoas queer estabelecem com O quarto de Giovanni, o clássico de James Baldwin. ¶ Ensaio, dizíamos, é dissidência.

Paulo Roberto Pires

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NVA Manöver Waffenbrüderschaft 80 | Ausschnitte aus "Dem Frieden verpflichtet" (mit KI restauriert)

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„Dem Frieden verpflichtet“ ist ein DDR-Dokumentarfilm des Filmstudios der NVA über das Großmanöver „Waffenbrüderschaft 80“, das vom 4. bis 12. September 1980 auf dem Gebiet der DDR stattfand.

Inhaltlich zeigt der Film das Manöver als große Demonstration militärischer Geschlossenheit der Staaten des Warschauer Vertrags. Im Mittelpunkt stehen die gemeinsame Übung verschiedener Teilstreitkräfte, die Zusammenarbeit der „Bruderarmeen“ und die Darstellung der NVA als verlässlicher Bestandteil des sozialistischen Militärbündnisses. Das Manöver selbst war eines der größten auf DDR-Gebiet: Beteiligt waren rund 40.000 Soldaten aus der DDR, der Sowjetunion, Polen, der ČSSR, Rumänien, Ungarn und Bulgarien.

Der Film folgt dabei weniger einer individuellen Handlung als einer propagandistisch geprägten Dokumentarstruktur: Truppenbewegungen, Gefechtsübungen, Luft- und Seestreitkräfte, Artillerie, Fallschirmjäger und koordinierte Gegenangriffe werden als Beweis für Einsatzbereitschaft, Disziplin und internationale Solidarität inszeniert. Die Botschaft des Films ist deutlich: Militärische Stärke wird nicht als Aggression, sondern als Beitrag zur Sicherung von Frieden und Sozialismus dargestellt. Das passt auch zum Motto des Manövers: „Vereint für Frieden und Sozialismus – dem Feind keine Chance“.

Aus heutiger Perspektive ist „Dem Frieden verpflichtet“ vor allem als zeitgeschichtliches Dokument interessant. Er zeigt nicht nur militärische Abläufe, sondern auch die politische Selbstdarstellung der DDR und des Warschauer Pakts am Beginn der 1980er-Jahre. Der Film vermittelt ein offizielles Bild von Stärke, Bündnistreue und Friedensrhetorik, bleibt dabei aber klar innerhalb der Sprache und Ideologie staatlicher DDR-Militärpropaganda.

Abonniere chronoshistory: http://goo.gl/IVGjVB

#ddg #nva #waffenbruederschaft80 #warschauerpakt #kalterkrieg #propaganda

As bravas: a luta das Mães de Maio - com Débora Silva

Neste mês lembramos 20 anos dos “crimes de maio”, quando mais de 500 pessoas - em sua maioria jovens negros - foram mortas em São Paulo, em operações policiais que seriam uma “onda de resposta” aos ataques do PCC que aconteceram no mesmo período. Mas também celebramos o nascimento desse movimento que se tornou um dos mais importantes do Brasil: Mães de Maio é um movimento que buscou transformar o sofrimento imensurável de perder um filho assassinado pelo Estado em luta contra a opressão, a injustiça e o racismo.

Às Mães de Maio se juntaram outras, de todo o Brasil. Hoje a organização luta por justiça, reparação e acolhimento da dor de mulheres que perderam seus filhos para a violência policial. O Pauta Pública orgulhosamente recebe Débora Silva, fundadora do movimento, que nos lembra que nesse dia das mães não podemos esquecer as mães enlutadas nas favelas, nos territórios indígenas, nos quilombos, no campo e nas periferias.
Ouça agora.

Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.
Contamos com seu apoio!

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#195 Liberdade de exposição — Michel Laub

O que um artista pode expor? O escritor Michel Laub apresenta neste episódio Verão na Névoa (Companhia das Letras), sua estreia na não ficção. O livro é uma mescla de ensaio cultural e memórias em que são discutidos assuntos como drogas e sexualidade. Laub também fala da influência do roqueiro Renato Russo e do Nobel de Literatura sul-africano J.M. Coetzee, figuras presentes no livro por suas ambiguidades. Apoio: Lei Rouanet e Companhia das Letras Recado da Companhia das Letras: celebrando os 40 anos da editora, o Festival Livro é Companhia no Rio acontece em 16 de maio no Museu do Amanhã (RJ). Saiba mais e retire ingressos para o evento gratuito: http://bit.ly/4toNVFs Assine a Quatro Cinco Um por R$ 10/mês: https://bit.ly/Assine451 Seja um Ouvinte Entusiasta e apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451

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How to Add Effects to Videos - Kdenlive Tutorial

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You can apply effects to your entire project, single clips, tracks and even to assets in your Project Bin. Each option has pros and cons - let's go over them and much more in the video.

Learn how and where you can add effects in Kdenlive.

► Support the channel: https://ko-fi.com/nuxttux

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Chango Spasiuk & Darío Eskenazi /// Misiones // Febrero 2003

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Hace 21 años, en un festival de jazz en Uruguay, sucedió un encuentro memorable entre Chango Spasiuk y Darío Eskenazi. El acordeón y el piano se unieron en una fusión única de chamamé y jazz, dando vida a una música innovadora y emocionante. Antes del regreso de Darío a Nueva York, ciudad donde vive, se reunieron en un estudio de grabación en la ciudad de Buenos Aires para plasmar la música que nació de ese encuentro. La grabación fue realizada por el ingeniero Amilcar Gilabert una tarde de febrero del año 2003. Este registro es un testimonio vivo de aquella fusión mágica, donde la improvisación y la creatividad se unieron para crear algo verdaderamente especial. Disfruta de la música de estos dos grandes artistas, que siguen inspirando y emocionando a audiencias de todo el mundo." ============================================================ "21 years ago, at a jazz festival in Uruguay, a memorable encounter took place between Chango Spasiuk and Darío Eskenazi. The accordion and piano came together in a unique fusion of chamamé and jazz, giving life to an innovative and exciting music. Before Darío's return to New York, the city where he lives, they gathered at a recording studio in Buenos Aires to capture the music born from that encounter. The recording was made by engineer Amilcar Gilabert one afternoon in February 2003. This record is a living testament to that magical fusion, where improvisation and creativity came together to create something truly special. Enjoy the music of these two great artists, who continue to inspire and thrill audiences around the world." ============================================================ "Il y a 21 ans, dans un festival de jazz en Uruguay, un rencontre mémorable a eu lieu entre Chango Spasiuk et Darío Eskenazi. L'accordéon et le piano se sont unis dans une fusion unique de chamamé et de jazz, donnant vie à une musique innovante et excitante. Avant le retour de Darío à New York, la ville où il vit, ils se sont réunis dans un studio d'enregistrement à Buenos Aires pour capturer la musique née de cette rencontre. L'enregistrement a été réalisé par l'ingénieur Amilcar Gilabert un après-midi de février 2003. Ce disque est un témoignage vivant de cette fusion magique, où l'improvisation et la créativité se sont unies pour créer quelque chose de vraiment spécial. Profitez de la musique de ces deux grands artistes, qui continuent d'inspirer et de passionner les auditoires du monde entier." ============================================================ "Vor 21 Jahren fand auf einem Jazz-Festival in Uruguay ein unvergessliches Treffen zwischen Chango Spasiuk und Darío Eskenazi statt. Akkordeon und Klavier verschmolzen zu einer einzigartigen Fusion von Chamamé und Jazz, die zu einer innovativen und aufregenden Musik wurde. Bevor Darío nach New York zurückkehrte, wo er lebt, trafen sie sich in einem Tonstudio in Buenos Aires, um die Musik, die aus diesem Treffen entstand, festzuhalten. Die Aufnahme wurde von dem Ingenieur Amilcar Gilabert an einem Nachmittag im Februar 2003 gemacht. Diese Aufnahme ist ein lebendiges Zeugnis dieser magischen Fusion, bei der Improvisation und Kreativität zusammenkamen, um etwas wirklich Besonderes zu schaffen. Genießen Sie die Musik dieser beiden großen Künstler, die weiterhin Menschen auf der ganzen Welt inspirieren und begeistern." ============================================================ "Há 21 anos, em um festival de jazz no Uruguai, ocorreu um encontro inesquecível entre Chango Spasiuk e Darío Eskenazi. O acordeão e o piano se uniram em uma fusão única de chamamé e jazz, dando vida a uma música inovadora e emocionante. Antes de Darío retornar a Nova York, cidade onde vive, eles se reuniram em um estúdio de gravação em Buenos Aires para capturar a música que nasceu desse encontro. A gravação foi realizada pelo engenheiro Amilcar Gilabert em uma tarde de fevereiro de 2003. Este registro é um testemunho vivo dessa fusão mágica, onde a improvisação e a criatividade se uniram para criar algo verdadeiramente especial. Aproveite a música desses dois grandes artistas, que continuam a inspirar e emocionar públicos em todo o mundo." ============================================================ ¨Febrero 2003¨
Darío Eskenazi – Piano
Chango Spasiuk – Acordeón

Producción Ejecutiva – Chango Spasiuk / Pynandi Music
Grabación de audio – Ing. Amilcar Gilabert
Mezcla y masterización – Nicola Carrara – Camarón Brujo Música
Diseño de tapa y piezas de comunicación – Francisco Spertino
Fotos y registros audiovisuales – Jeremías Vizcaíno
Managment Chango Spasiuk (Argentina y Sudamérica) – Daniel González Managment Chango Spasiuk (Europa) – Sebastián Ettiene
Producción General Chango Spasiuk – Pablo R. Caputo

Grabado en la ciudad de Buenos Aires en 2003 – Estudios Circo Beat

Chango Spasiuk & Darío Eskenazi /// Pynandí // Febrero 2003

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Hace 21 años, en un festival de jazz en Uruguay, sucedió un encuentro memorable entre Chango Spasiuk y Darío Eskenazi. El acordeón y el piano se unieron en una fusión única de chamamé y jazz, dando vida a una música innovadora y emocionante. Antes del regreso de Darío a Nueva York, ciudad donde vive, se reunieron en un estudio de grabación en la ciudad de Buenos Aires para plasmar la música que nació de ese encuentro. La grabación fue realizada por el ingeniero Amilcar Gilabert una tarde de febrero del año 2003. Este registro es un testimonio vivo de aquella fusión mágica, donde la improvisación y la creatividad se unieron para crear algo verdaderamente especial. Disfruta de la música de estos dos grandes artistas, que siguen inspirando y emocionando a audiencias de todo el mundo." ============================================================ "21 years ago, at a jazz festival in Uruguay, a memorable encounter took place between Chango Spasiuk and Darío Eskenazi. The accordion and piano came together in a unique fusion of chamamé and jazz, giving life to an innovative and exciting music. Before Darío's return to New York, the city where he lives, they gathered at a recording studio in Buenos Aires to capture the music born from that encounter. The recording was made by engineer Amilcar Gilabert one afternoon in February 2003. This record is a living testament to that magical fusion, where improvisation and creativity came together to create something truly special. Enjoy the music of these two great artists, who continue to inspire and thrill audiences around the world." ============================================================ "Il y a 21 ans, dans un festival de jazz en Uruguay, un rencontre mémorable a eu lieu entre Chango Spasiuk et Darío Eskenazi. L'accordéon et le piano se sont unis dans une fusion unique de chamamé et de jazz, donnant vie à une musique innovante et excitante. Avant le retour de Darío à New York, la ville où il vit, ils se sont réunis dans un studio d'enregistrement à Buenos Aires pour capturer la musique née de cette rencontre. L'enregistrement a été réalisé par l'ingénieur Amilcar Gilabert un après-midi de février 2003. Ce disque est un témoignage vivant de cette fusion magique, où l'improvisation et la créativité se sont unies pour créer quelque chose de vraiment spécial. Profitez de la musique de ces deux grands artistes, qui continuent d'inspirer et de passionner les auditoires du monde entier." ============================================================ "Vor 21 Jahren fand auf einem Jazz-Festival in Uruguay ein unvergessliches Treffen zwischen Chango Spasiuk und Darío Eskenazi statt. Akkordeon und Klavier verschmolzen zu einer einzigartigen Fusion von Chamamé und Jazz, die zu einer innovativen und aufregenden Musik wurde. Bevor Darío nach New York zurückkehrte, wo er lebt, trafen sie sich in einem Tonstudio in Buenos Aires, um die Musik, die aus diesem Treffen entstand, festzuhalten. Die Aufnahme wurde von dem Ingenieur Amilcar Gilabert an einem Nachmittag im Februar 2003 gemacht. Diese Aufnahme ist ein lebendiges Zeugnis dieser magischen Fusion, bei der Improvisation und Kreativität zusammenkamen, um etwas wirklich Besonderes zu schaffen. Genießen Sie die Musik dieser beiden großen Künstler, die weiterhin Menschen auf der ganzen Welt inspirieren und begeistern." ============================================================ "Há 21 anos, em um festival de jazz no Uruguai, ocorreu um encontro inesquecível entre Chango Spasiuk e Darío Eskenazi. O acordeão e o piano se uniram em uma fusão única de chamamé e jazz, dando vida a uma música inovadora e emocionante. Antes de Darío retornar a Nova York, cidade onde vive, eles se reuniram em um estúdio de gravação em Buenos Aires para capturar a música que nasceu desse encontro. A gravação foi realizada pelo engenheiro Amilcar Gilabert em uma tarde de fevereiro de 2003. Este registro é um testemunho vivo dessa fusão mágica, onde a improvisação e a criatividade se uniram para criar algo verdadeiramente especial. Aproveite a música desses dois grandes artistas, que continuam a inspirar e emocionar públicos em todo o mundo." ============================================================ ¨Febrero 2003¨
Darío Eskenazi – Piano
Chango Spasiuk – Acordeón

Producción Ejecutiva – Chango Spasiuk / Pynandi Music
Grabación de audio – Ing. Amilcar Gilabert
Mezcla y masterización – Nicola Carrara – Camarón Brujo Música
Diseño de tapa y piezas de comunicación – Francisco Spertino
Fotos y registros audiovisuales – Jeremías Vizcaíno
Managment Chango Spasiuk (Argentina y Sudamérica) – Daniel González Managment Chango Spasiuk (Europa) – Sebastián Ettiene
Producción General Chango Spasiuk – Pablo R. Caputo

Grabado en la ciudad de Buenos Aires en 2003 – Estudios Circo Beat

Chango Spasiuk & Darío Eskenazi /// Chamamé en Mi bemol (El polvaderal) // Febrero 2003

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Hace 21 años, en un festival de jazz en Uruguay, sucedió un encuentro memorable entre Chango Spasiuk y Darío Eskenazi. El acordeón y el piano se unieron en una fusión única de chamamé y jazz, dando vida a una música innovadora y emocionante. Antes del regreso de Darío a Nueva York, ciudad donde vive, se reunieron en un estudio de grabación en la ciudad de Buenos Aires para plasmar la música que nació de ese encuentro. La grabación fue realizada por el ingeniero Amilcar Gilabert una tarde de febrero del año 2003. Este registro es un testimonio vivo de aquella fusión mágica, donde la improvisación y la creatividad se unieron para crear algo verdaderamente especial. Disfruta de la música de estos dos grandes artistas, que siguen inspirando y emocionando a audiencias de todo el mundo." ============================================================ "21 years ago, at a jazz festival in Uruguay, a memorable encounter took place between Chango Spasiuk and Darío Eskenazi. The accordion and piano came together in a unique fusion of chamamé and jazz, giving life to an innovative and exciting music. Before Darío's return to New York, the city where he lives, they gathered at a recording studio in Buenos Aires to capture the music born from that encounter. The recording was made by engineer Amilcar Gilabert one afternoon in February 2003. This record is a living testament to that magical fusion, where improvisation and creativity came together to create something truly special. Enjoy the music of these two great artists, who continue to inspire and thrill audiences around the world." ============================================================ "Il y a 21 ans, dans un festival de jazz en Uruguay, un rencontre mémorable a eu lieu entre Chango Spasiuk et Darío Eskenazi. L'accordéon et le piano se sont unis dans une fusion unique de chamamé et de jazz, donnant vie à une musique innovante et excitante. Avant le retour de Darío à New York, la ville où il vit, ils se sont réunis dans un studio d'enregistrement à Buenos Aires pour capturer la musique née de cette rencontre. L'enregistrement a été réalisé par l'ingénieur Amilcar Gilabert un après-midi de février 2003. Ce disque est un témoignage vivant de cette fusion magique, où l'improvisation et la créativité se sont unies pour créer quelque chose de vraiment spécial. Profitez de la musique de ces deux grands artistes, qui continuent d'inspirer et de passionner les auditoires du monde entier." ============================================================ "Vor 21 Jahren fand auf einem Jazz-Festival in Uruguay ein unvergessliches Treffen zwischen Chango Spasiuk und Darío Eskenazi statt. Akkordeon und Klavier verschmolzen zu einer einzigartigen Fusion von Chamamé und Jazz, die zu einer innovativen und aufregenden Musik wurde. Bevor Darío nach New York zurückkehrte, wo er lebt, trafen sie sich in einem Tonstudio in Buenos Aires, um die Musik, die aus diesem Treffen entstand, festzuhalten. Die Aufnahme wurde von dem Ingenieur Amilcar Gilabert an einem Nachmittag im Februar 2003 gemacht. Diese Aufnahme ist ein lebendiges Zeugnis dieser magischen Fusion, bei der Improvisation und Kreativität zusammenkamen, um etwas wirklich Besonderes zu schaffen. Genießen Sie die Musik dieser beiden großen Künstler, die weiterhin Menschen auf der ganzen Welt inspirieren und begeistern." ============================================================ "Há 21 anos, em um festival de jazz no Uruguai, ocorreu um encontro inesquecível entre Chango Spasiuk e Darío Eskenazi. O acordeão e o piano se uniram em uma fusão única de chamamé e jazz, dando vida a uma música inovadora e emocionante. Antes de Darío retornar a Nova York, cidade onde vive, eles se reuniram em um estúdio de gravação em Buenos Aires para capturar a música que nasceu desse encontro. A gravação foi realizada pelo engenheiro Amilcar Gilabert em uma tarde de fevereiro de 2003. Este registro é um testemunho vivo dessa fusão mágica, onde a improvisação e a criatividade se uniram para criar algo verdadeiramente especial. Aproveite a música desses dois grandes artistas, que continuam a inspirar e emocionar públicos em todo o mundo." ============================================================ ¨Febrero 2003¨
Darío Eskenazi – Piano
Chango Spasiuk – Acordeón

Producción Ejecutiva – Chango Spasiuk / Pynandi Music
Grabación de audio – Ing. Amilcar Gilabert
Mezcla y masterización – Nicola Carrara – Camarón Brujo Música
Diseño de tapa y piezas de comunicación – Francisco Spertino
Fotos y registros audiovisuales – Jeremías Vizcaíno
Managment Chango Spasiuk (Argentina y Sudamérica) – Daniel González Managment Chango Spasiuk (Europa) – Sebastián Ettiene
Producción General Chango Spasiuk – Pablo R. Caputo

Grabado en la ciudad de Buenos Aires en 2003 – Estudios Circo Beat

Chango Spasiuk & Darío Eskenazi /// Misiones - Conversaciones // Febrero 2003

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Hace 21 años, en un festival de jazz en Uruguay, sucedió un encuentro memorable entre Chango Spasiuk y Darío Eskenazi. El acordeón y el piano se unieron en una fusión única de chamamé y jazz, dando vida a una música innovadora y emocionante. Antes del regreso de Darío a Nueva York, ciudad donde vive, se reunieron en un estudio de grabación en la ciudad de Buenos Aires para plasmar la música que nació de ese encuentro. La grabación fue realizada por el ingeniero Amilcar Gilabert una tarde de febrero del año 2003. Este registro es un testimonio vivo de aquella fusión mágica, donde la improvisación y la creatividad se unieron para crear algo verdaderamente especial. Disfruta de la música de estos dos grandes artistas, que siguen inspirando y emocionando a audiencias de todo el mundo." ============================================================ "21 years ago, at a jazz festival in Uruguay, a memorable encounter took place between Chango Spasiuk and Darío Eskenazi. The accordion and piano came together in a unique fusion of chamamé and jazz, giving life to an innovative and exciting music. Before Darío's return to New York, the city where he lives, they gathered at a recording studio in Buenos Aires to capture the music born from that encounter. The recording was made by engineer Amilcar Gilabert one afternoon in February 2003. This record is a living testament to that magical fusion, where improvisation and creativity came together to create something truly special. Enjoy the music of these two great artists, who continue to inspire and thrill audiences around the world." ============================================================ "Il y a 21 ans, dans un festival de jazz en Uruguay, un rencontre mémorable a eu lieu entre Chango Spasiuk et Darío Eskenazi. L'accordéon et le piano se sont unis dans une fusion unique de chamamé et de jazz, donnant vie à une musique innovante et excitante. Avant le retour de Darío à New York, la ville où il vit, ils se sont réunis dans un studio d'enregistrement à Buenos Aires pour capturer la musique née de cette rencontre. L'enregistrement a été réalisé par l'ingénieur Amilcar Gilabert un après-midi de février 2003. Ce disque est un témoignage vivant de cette fusion magique, où l'improvisation et la créativité se sont unies pour créer quelque chose de vraiment spécial. Profitez de la musique de ces deux grands artistes, qui continuent d'inspirer et de passionner les auditoires du monde entier." ============================================================ "Vor 21 Jahren fand auf einem Jazz-Festival in Uruguay ein unvergessliches Treffen zwischen Chango Spasiuk und Darío Eskenazi statt. Akkordeon und Klavier verschmolzen zu einer einzigartigen Fusion von Chamamé und Jazz, die zu einer innovativen und aufregenden Musik wurde. Bevor Darío nach New York zurückkehrte, wo er lebt, trafen sie sich in einem Tonstudio in Buenos Aires, um die Musik, die aus diesem Treffen entstand, festzuhalten. Die Aufnahme wurde von dem Ingenieur Amilcar Gilabert an einem Nachmittag im Februar 2003 gemacht. Diese Aufnahme ist ein lebendiges Zeugnis dieser magischen Fusion, bei der Improvisation und Kreativität zusammenkamen, um etwas wirklich Besonderes zu schaffen. Genießen Sie die Musik dieser beiden großen Künstler, die weiterhin Menschen auf der ganzen Welt inspirieren und begeistern." ============================================================ "Há 21 anos, em um festival de jazz no Uruguai, ocorreu um encontro inesquecível entre Chango Spasiuk e Darío Eskenazi. O acordeão e o piano se uniram em uma fusão única de chamamé e jazz, dando vida a uma música inovadora e emocionante. Antes de Darío retornar a Nova York, cidade onde vive, eles se reuniram em um estúdio de gravação em Buenos Aires para capturar a música que nasceu desse encontro. A gravação foi realizada pelo engenheiro Amilcar Gilabert em uma tarde de fevereiro de 2003. Este registro é um testemunho vivo dessa fusão mágica, onde a improvisação e a criatividade se uniram para criar algo verdadeiramente especial. Aproveite a música desses dois grandes artistas, que continuam a inspirar e emocionar públicos em todo o mundo." ============================================================ ¨Febrero 2003¨
Darío Eskenazi – Piano
Chango Spasiuk – Acordeón

Producción Ejecutiva – Chango Spasiuk / Pynandi Music
Grabación de audio – Ing. Amilcar Gilabert
Mezcla y masterización – Nicola Carrara – Camarón Brujo Música
Diseño de tapa y piezas de comunicación – Francisco Spertino
Fotos y registros audiovisuales – Jeremías Vizcaíno
Managment Chango Spasiuk (Argentina y Sudamérica) – Daniel González Managment Chango Spasiuk (Europa) – Sebastián Ettiene
Producción General Chango Spasiuk – Pablo R. Caputo

Grabado en la ciudad de Buenos Aires en 2003 – Estudios Circo Beat

Chango Spasiuk & Darío Eskenazi /// Chamamé Crudo // Febrero 2003

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Hace 21 años, en un festival de jazz en Uruguay, sucedió un encuentro memorable entre Chango Spasiuk y Darío Eskenazi. El acordeón y el piano se unieron en una fusión única de chamamé y jazz, dando vida a una música innovadora y emocionante. Antes del regreso de Darío a Nueva York, ciudad donde vive, se reunieron en un estudio de grabación en la ciudad de Buenos Aires para plasmar la música que nació de ese encuentro. La grabación fue realizada por el ingeniero Amilcar Gilabert una tarde de febrero del año 2003. Este registro es un testimonio vivo de aquella fusión mágica, donde la improvisación y la creatividad se unieron para crear algo verdaderamente especial. Disfruta de la música de estos dos grandes artistas, que siguen inspirando y emocionando a audiencias de todo el mundo." ============================================================ "21 years ago, at a jazz festival in Uruguay, a memorable encounter took place between Chango Spasiuk and Darío Eskenazi. The accordion and piano came together in a unique fusion of chamamé and jazz, giving life to an innovative and exciting music. Before Darío's return to New York, the city where he lives, they gathered at a recording studio in Buenos Aires to capture the music born from that encounter. The recording was made by engineer Amilcar Gilabert one afternoon in February 2003. This record is a living testament to that magical fusion, where improvisation and creativity came together to create something truly special. Enjoy the music of these two great artists, who continue to inspire and thrill audiences around the world." ============================================================ "Il y a 21 ans, dans un festival de jazz en Uruguay, un rencontre mémorable a eu lieu entre Chango Spasiuk et Darío Eskenazi. L'accordéon et le piano se sont unis dans une fusion unique de chamamé et de jazz, donnant vie à une musique innovante et excitante. Avant le retour de Darío à New York, la ville où il vit, ils se sont réunis dans un studio d'enregistrement à Buenos Aires pour capturer la musique née de cette rencontre. L'enregistrement a été réalisé par l'ingénieur Amilcar Gilabert un après-midi de février 2003. Ce disque est un témoignage vivant de cette fusion magique, où l'improvisation et la créativité se sont unies pour créer quelque chose de vraiment spécial. Profitez de la musique de ces deux grands artistes, qui continuent d'inspirer et de passionner les auditoires du monde entier." ============================================================ "Vor 21 Jahren fand auf einem Jazz-Festival in Uruguay ein unvergessliches Treffen zwischen Chango Spasiuk und Darío Eskenazi statt. Akkordeon und Klavier verschmolzen zu einer einzigartigen Fusion von Chamamé und Jazz, die zu einer innovativen und aufregenden Musik wurde. Bevor Darío nach New York zurückkehrte, wo er lebt, trafen sie sich in einem Tonstudio in Buenos Aires, um die Musik, die aus diesem Treffen entstand, festzuhalten. Die Aufnahme wurde von dem Ingenieur Amilcar Gilabert an einem Nachmittag im Februar 2003 gemacht. Diese Aufnahme ist ein lebendiges Zeugnis dieser magischen Fusion, bei der Improvisation und Kreativität zusammenkamen, um etwas wirklich Besonderes zu schaffen. Genießen Sie die Musik dieser beiden großen Künstler, die weiterhin Menschen auf der ganzen Welt inspirieren und begeistern." ============================================================ "Há 21 anos, em um festival de jazz no Uruguai, ocorreu um encontro inesquecível entre Chango Spasiuk e Darío Eskenazi. O acordeão e o piano se uniram em uma fusão única de chamamé e jazz, dando vida a uma música inovadora e emocionante. Antes de Darío retornar a Nova York, cidade onde vive, eles se reuniram em um estúdio de gravação em Buenos Aires para capturar a música que nasceu desse encontro. A gravação foi realizada pelo engenheiro Amilcar Gilabert em uma tarde de fevereiro de 2003. Este registro é um testemunho vivo dessa fusão mágica, onde a improvisação e a criatividade se uniram para criar algo verdadeiramente especial. Aproveite a música desses dois grandes artistas, que continuam a inspirar e emocionar públicos em todo o mundo." ============================================================ ¨Febrero 2003¨
Darío Eskenazi – Piano
Chango Spasiuk – Acordeón

Producción Ejecutiva – Chango Spasiuk / Pynandi Music
Grabación de audio – Ing. Amilcar Gilabert
Mezcla y masterización – Nicola Carrara – Camarón Brujo Música
Diseño de tapa y piezas de comunicación – Francisco Spertino
Fotos y registros audiovisuales – Jeremías Vizcaíno
Managment Chango Spasiuk (Argentina y Sudamérica) – Daniel González Managment Chango Spasiuk (Europa) – Sebastián Ettiene
Producción General Chango Spasiuk – Pablo R. Caputo

Grabado en la ciudad de Buenos Aires en 2003 – Estudios Circo Beat

Chango Spasiuk & Darío Eskenazi /// Bailando // Febrero 2003

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Hace 21 años, en un festival de jazz en Uruguay, sucedió un encuentro memorable entre Chango Spasiuk y Darío Eskenazi. El acordeón y el piano se unieron en una fusión única de chamamé y jazz, dando vida a una música innovadora y emocionante. Antes del regreso de Darío a Nueva York, ciudad donde vive, se reunieron en un estudio de grabación en la ciudad de Buenos Aires para plasmar la música que nació de ese encuentro. La grabación fue realizada por el ingeniero Amilcar Gilabert una tarde de febrero del año 2003. Este registro es un testimonio vivo de aquella fusión mágica, donde la improvisación y la creatividad se unieron para crear algo verdaderamente especial. Disfruta de la música de estos dos grandes artistas, que siguen inspirando y emocionando a audiencias de todo el mundo." ============================================================ "21 years ago, at a jazz festival in Uruguay, a memorable encounter took place between Chango Spasiuk and Darío Eskenazi. The accordion and piano came together in a unique fusion of chamamé and jazz, giving life to an innovative and exciting music. Before Darío's return to New York, the city where he lives, they gathered at a recording studio in Buenos Aires to capture the music born from that encounter. The recording was made by engineer Amilcar Gilabert one afternoon in February 2003. This record is a living testament to that magical fusion, where improvisation and creativity came together to create something truly special. Enjoy the music of these two great artists, who continue to inspire and thrill audiences around the world." ============================================================ "Il y a 21 ans, dans un festival de jazz en Uruguay, un rencontre mémorable a eu lieu entre Chango Spasiuk et Darío Eskenazi. L'accordéon et le piano se sont unis dans une fusion unique de chamamé et de jazz, donnant vie à une musique innovante et excitante. Avant le retour de Darío à New York, la ville où il vit, ils se sont réunis dans un studio d'enregistrement à Buenos Aires pour capturer la musique née de cette rencontre. L'enregistrement a été réalisé par l'ingénieur Amilcar Gilabert un après-midi de février 2003. Ce disque est un témoignage vivant de cette fusion magique, où l'improvisation et la créativité se sont unies pour créer quelque chose de vraiment spécial. Profitez de la musique de ces deux grands artistes, qui continuent d'inspirer et de passionner les auditoires du monde entier." ============================================================ "Vor 21 Jahren fand auf einem Jazz-Festival in Uruguay ein unvergessliches Treffen zwischen Chango Spasiuk und Darío Eskenazi statt. Akkordeon und Klavier verschmolzen zu einer einzigartigen Fusion von Chamamé und Jazz, die zu einer innovativen und aufregenden Musik wurde. Bevor Darío nach New York zurückkehrte, wo er lebt, trafen sie sich in einem Tonstudio in Buenos Aires, um die Musik, die aus diesem Treffen entstand, festzuhalten. Die Aufnahme wurde von dem Ingenieur Amilcar Gilabert an einem Nachmittag im Februar 2003 gemacht. Diese Aufnahme ist ein lebendiges Zeugnis dieser magischen Fusion, bei der Improvisation und Kreativität zusammenkamen, um etwas wirklich Besonderes zu schaffen. Genießen Sie die Musik dieser beiden großen Künstler, die weiterhin Menschen auf der ganzen Welt inspirieren und begeistern." ============================================================ "Há 21 anos, em um festival de jazz no Uruguai, ocorreu um encontro inesquecível entre Chango Spasiuk e Darío Eskenazi. O acordeão e o piano se uniram em uma fusão única de chamamé e jazz, dando vida a uma música inovadora e emocionante. Antes de Darío retornar a Nova York, cidade onde vive, eles se reuniram em um estúdio de gravação em Buenos Aires para capturar a música que nasceu desse encontro. A gravação foi realizada pelo engenheiro Amilcar Gilabert em uma tarde de fevereiro de 2003. Este registro é um testemunho vivo dessa fusão mágica, onde a improvisação e a criatividade se uniram para criar algo verdadeiramente especial. Aproveite a música desses dois grandes artistas, que continuam a inspirar e emocionar públicos em todo o mundo." ============================================================ ¨Febrero 2003¨
Darío Eskenazi – Piano
Chango Spasiuk – Acordeón

Producción Ejecutiva – Chango Spasiuk / Pynandi Music
Grabación de audio – Ing. Amilcar Gilabert
Mezcla y masterización – Nicola Carrara – Camarón Brujo Música
Diseño de tapa y piezas de comunicación – Francisco Spertino
Fotos y registros audiovisuales – Jeremías Vizcaíno
Managment Chango Spasiuk (Argentina y Sudamérica) – Daniel González Managment Chango Spasiuk (Europa) – Sebastián Ettiene
Producción General Chango Spasiuk – Pablo R. Caputo

Grabado en la ciudad de Buenos Aires en 2003 – Estudios Circo Bea

Chango Spasiuk & Darío Eskenazi /// Posadas // Febrero 2003

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Hace 21 años, en un festival de jazz en Uruguay, sucedió un encuentro memorable entre Chango Spasiuk y Darío Eskenazi.
El acordeón y el piano se unieron en una fusión única de chamamé y jazz, dando vida a una música innovadora y emocionante.
Antes del regreso de Darío a Nueva York, ciudad donde vive, se reunieron en un estudio de grabación en la ciudad de Buenos Aires para plasmar la música que nació de ese encuentro.
La grabación fue realizada por el ingeniero Amilcar Gilabert una tarde de febrero del año 2003.
Este registro es un testimonio vivo de aquella fusión mágica, donde la improvisación y la creatividad se unieron para crear algo verdaderamente especial.
Disfruta de la música de estos dos grandes artistas, que siguen inspirando y emocionando a audiencias de todo el mundo."
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"21 years ago, at a jazz festival in Uruguay, a memorable encounter took place between Chango Spasiuk and Darío Eskenazi. The accordion and piano came together in a unique fusion of chamamé and jazz, giving life to an innovative and exciting music. Before Darío's return to New York, the city where he lives, they gathered at a recording studio in Buenos Aires to capture the music born from that encounter. The recording was made by engineer Amilcar Gilabert one afternoon in February 2003. This record is a living testament to that magical fusion, where improvisation and creativity came together to create something truly special. Enjoy the music of these two great artists, who continue to inspire and thrill audiences around the world."
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"Il y a 21 ans, dans un festival de jazz en Uruguay, un rencontre mémorable a eu lieu entre Chango Spasiuk et Darío Eskenazi. L'accordéon et le piano se sont unis dans une fusion unique de chamamé et de jazz, donnant vie à une musique innovante et excitante. Avant le retour de Darío à New York, la ville où il vit, ils se sont réunis dans un studio d'enregistrement à Buenos Aires pour capturer la musique née de cette rencontre. L'enregistrement a été réalisé par l'ingénieur Amilcar Gilabert un après-midi de février 2003. Ce disque est un témoignage vivant de cette fusion magique, où l'improvisation et la créativité se sont unies pour créer quelque chose de vraiment spécial. Profitez de la musique de ces deux grands artistes, qui continuent d'inspirer et de passionner les auditoires du monde entier."
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"Vor 21 Jahren fand auf einem Jazz-Festival in Uruguay ein unvergessliches Treffen zwischen Chango Spasiuk und Darío Eskenazi statt. Akkordeon und Klavier verschmolzen zu einer einzigartigen Fusion von Chamamé und Jazz, die zu einer innovativen und aufregenden Musik wurde. Bevor Darío nach New York zurückkehrte, wo er lebt, trafen sie sich in einem Tonstudio in Buenos Aires, um die Musik, die aus diesem Treffen entstand, festzuhalten. Die Aufnahme wurde von dem Ingenieur Amilcar Gilabert an einem Nachmittag im Februar 2003 gemacht. Diese Aufnahme ist ein lebendiges Zeugnis dieser magischen Fusion, bei der Improvisation und Kreativität zusammenkamen, um etwas wirklich Besonderes zu schaffen. Genießen Sie die Musik dieser beiden großen Künstler, die weiterhin Menschen auf der ganzen Welt inspirieren und begeistern."
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"Há 21 anos, em um festival de jazz no Uruguai, ocorreu um encontro inesquecível entre Chango Spasiuk e Darío Eskenazi. O acordeão e o piano se uniram em uma fusão única de chamamé e jazz, dando vida a uma música inovadora e emocionante. Antes de Darío retornar a Nova York, cidade onde vive, eles se reuniram em um estúdio de gravação em Buenos Aires para capturar a música que nasceu desse encontro. A gravação foi realizada pelo engenheiro Amilcar Gilabert em uma tarde de fevereiro de 2003. Este registro é um testemunho vivo dessa fusão mágica, onde a improvisação e a criatividade se uniram para criar algo verdadeiramente especial. Aproveite a música desses dois grandes artistas, que continuam a inspirar e emocionar públicos em todo o mundo."
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¨Febrero 2003¨
Darío Eskenazi – Piano
Chango Spasiuk – Acordeón

Producción Ejecutiva – Chango Spasiuk / Pynandi Music
Grabación de audio – Ing. Amilcar Gilabert
Mezcla y masterización – Nicola Carrara – Camarón Brujo Música
Diseño de tapa y piezas de comunicación – Francisco Spertino
Fotos y registros audiovisuales – Jeremías Vizcaíno

Managment Chango Spasiuk (Argentina y Sudamérica) – Daniel González
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Grabado en la ciudad de Buenos Aires en 2003 – Estudios Circo Beat

Did we kill the greatest ape ever?

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Did we ever meet Gigantopithecus, the greatest ape to ever live? The answer is a tad complicated.

Huge thanks to my generous patrons
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Nietzsche's Genealogy of Morality 3/4 (Treatise 2)

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In a four-part series, Dr. David M. Peña-Guzmán discusses Nietzsche's Genealogy of Morality. In this third lecture, he discusses Treatise 2, where Nietzsche famously breaks down the history of our moral sentiments. What is the origin of our sense of conscience — and specifically, the origin of bad conscience and guilt? How are our moral lives, such as our ability to make promises, shaped by memory and forgetfulness? And how does Nietzsche trace the origin and ongoing function of punishment?
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